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sexta-feira, 19 de outubro de 2007
Adiado exame de lei sobre florestas
O tamanho do estrago

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quarta-feira, 17 de outubro de 2007
Crueldade a animais é investigada


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Fepam é citada para cumprir decisão
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Síndrome de transtorno contra Al Gore
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Bezerro de seis patas impressiona alemães
Ainda não se sabe a causa da anomalia.



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Se fosse ilegal seria mais fácil


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Arborização, uma questão de harmonia urban a?=
Desta forma, discute-se aqui, o projeto de lei encaminhado à Câmara de Vereadores na última semana, que estabelece normas para a proteção e promoção da arborização no município de Venâncio Aires. Projeto que, além de ser uma cópia da legislação de Novo Hamburgo, não trata das questões pendentes com a arborização urbana e pública no nosso município.
Uma lei deve ser elaborada para regrar e regulamentar as deficiências na área em questão, seja por lacunas deixadas por outras leis ou por necessidade de melhorar e adaptar à questão local. Nesse caso, essas lacunas iniciam no Código Florestal Federal, quando se trata de Áreas de Preservação Permanente; no Código Florestal Estadual, quanto as espécies imunes ao corte e demais restrições; no Decreto Estadual n° 38.355/98, que regulamenta o manejo e a reposição florestal; na Lei federal n° 9.605/98 e no Decreto Federal n° 3.179/99, que regulamentam as sanções às más condutas; no Decreto Estadual n° 42.099/02, que define as espécies ameaçadas de extinção; e na Lei Municipal n° 2534/00 (Código de Posturas e Meio Ambiente de Venâncio Aires), que já contempla a arborização pública (árvores das calçadas e em espaços públicos) em alguns de seus artigos, mas que não estabelece critérios específicos para o manejo em área urbana (árvores em área privada), que é de responsabilidade do município.
Este projeto de lei, assim como está, não resolverá os problemas de manejo da vegetação em área urbana, pois uma Lei que proteja e promova a arborização não pode deixar de definir quais espécies de árvores devem ser plantadas, observado, principalmente, seu porte, suas dimensões e suas características ecológicas; as espécies que não podem ser plantadas, conforme o potencial tóxico de suas folhas, flores e frutos e sua estrutura radicular; os espaçamentos e distâncias de objetos públicos e privados; locais e quantidades de mudas à serem replantadas quando houver necessidade de supressão; como também o tamanho e profundidade do canteiro. Apesar destas informações estarem no Plano Municipal de Arborização, elaborado pelos funcionários do órgão ambiental em 2000, este é um regramento que não tem poder de Lei.
Caso este projeto de Lei for aprovado, a arborização urbana ainda se constituirá um problema urbano, ainda mais quando aliado a intervenções ineficientes (podas irregulares e sem orientação técnica), falta de informações, capacitação e, também, pesquisa. Logo, muito dos conflitos com a arborização urbana são, naturalmente, o resultado da falta de planejamento e conhecimento técnico.
No entanto, já vivemos um momento de caos com a arborização desde o plantio excessivo e desordenado das tipuanas (Tipuana tipu) em Venâncio Aires. Esta atitude tem gerado um gasto público e privado altíssimo e não contabilizado, sendo que não houve planejamento ou assessoria de pessoal capacitado para tal, pois vemos tipuanas plantadas em baixo da rede elétrica, ao lado de postes e bueiros, em esquinas e em locais com pouco espaço para o seu desenvolvimento.
Também se observa que as reposições de pós-corte das árvores públicas, quando acontecem, ainda estão sendo realizadas com espécies impróprias como o ficus (Ficus benjamina e Ficus auriculata) e tipuanas e outras árvores com estrutura radicular de alto poder destrutivo, que, com certeza e é questão de tempo, causarão a obstrução da rede de água e esgoto, quebra da calçada, muros, paredes e do meio-fio, problemas na rede elétrica e telefonia, obstrução da iluminação pública, risco ao trânsito de veículos e de pedestres, gerando problemas ao município e à população.
Assim, espero que este projeto não seja votado e, sim, reelaborado para o município de Venâncio Aires, pois um projeto de arborização deve-se observar uma série de fatores físicos, químicos, biológicos, ecológicos, urbanísticos e, também, levar em conta o aspecto cultural da população e suas necessidades. Espero, também, poder ver plantadas espécies nativas como camboatá, chal-chal, tarumã, cambará, pitangueira, guabiju, uvaia, araçá, capororoca e muitas outras em plena integração urbana e ecológica, mantendo a harmonia fitossociológica e a fitofisionomia natural, ou seja, plantar as árvores que ocorrem naturalmente na nossa região.
Autor: Wilson Junior Weschenfelder
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Denúncia: Derrubada de árvores urbanas aumentam o aqueciemento local e global

Relações com o homem:
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segunda-feira, 15 de outubro de 2007
Chuva traz fuligem semelhante a carvão no oeste gaúcho
O que poderia ter provocado o acúmulo da fuligem escura sobre carros e vegetação no noroeste do Rio Grande do Sul ? Os meteorologistas da empresa MetSul Meteorologia examinaram uma série de hipóteses e foram eliminando uma a uma. Inicialmente, o Rio Grande do Sul tem precedente de precipitação de cinzas de natureza vulcânica. Em 21 de abril de 1993, diversas cidades do estado registraram a queda de cinzas oriundas do vulcão Lascar no Chile e que foram levadas pelo vento para a Argentina, o Uruguai e o Sul do Brasil. Ocorre que desta vez a equipe da MetSul Meteorologia não localizou notícia alguma de erupção nos Andes nem tampouco as fotos da fuligem encontrada no noroeste do Rio Grande do Sul são semelhantes às cinzas vulcânicas. Uma segunda hipótese seria que a chuva que caiu na região estivesse contaminada por poluição industrial, entretanto a região é agrícola e não existem grandes plantas industriais ou químicas no noroeste gaúcho ou áreas vizinhas que pudessem gerar a fuligem registrada. A hipótese mais plausível encontrada pelos meteorologistas da MetSul foi mesmo a fumaça das queimadas. O número de focos de incêndio bate recordes na América do Sul neste ano, especialmente nos últimos dois meses, a ponto de áreas da Bolívia e do Paraguai terem sido declaradas zonas de desastre. Veja no mapa da NASA a enorme concentração de focos de incêndio na região na semana anterior ao evento no noroeste do Rio Grande do Sul.

De acordo com o meteorologista Luiz Fernando Nachtigall, o noroeste do Rio Grande do Sul esteve nos últimos dias sob influência direta de correntes de vento do quadrante norte que transportam o ar mais quente de origem tropical para o estado. O ar mais quente que chega ao Rio Grande do Sul passa justamente pelas áreas mais afetadas por queimadas como o norte da Argentina, Paraguai, Bolívia e o Centro-Oeste do Brasil. A MetSul Meteorologia, assim, não afasta a possibilidade de que a enorme concentração de partículas associadas à fumaça densa na região possa ter interagido com as nuvens que se desenvolveram na região, dando origem à precipitação de chuva com fuligem. Nesse sentido, não houve relatos pela população local de precipitação exceto de chuva. Logo, é provável que as partículas tenham se precipitado juntamente com as gotículas de chuva e que a fuligem tenha somente se tornado mais visível quando a água secou e a "sujeira" permaneceu sobre as superfícies. A MetSul, entretanto, pondera a importância de análises químicas da fuligem semelhante a carvão que foi encontrada na região para se precisar com exatidão o que realmente ocorreu. Meteorologistas do SIPAM, em Porto Velho, Rondônia, consultados pela MetSul, disseram que não há precedentes na região - uma das mais afetadas pelas queimadas no continente - de precipitação com fuligem. Segundo os especialistas do centro de referência meteorológica da região amazônica, em alguns casos o vento transporta restos da vegetação da queimada, mas não há relatos de chuva com resíduos das queimadas. O que torna ainda mais intrigante o episódio no noroeste gaúcho.
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Exposição mostra anatomia de corpo humano sem pudores
Organizadores esperam levar informações sobre saúde a todas as faixas etárias.

Visitantes observam a anatomia de um corpo humano durante exposição na China, neste domingo (14) (Foto: AFP)


Crianças tocam em cadáver durante exposição na China neste domingo (14) (Foto: AFP)
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