quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Para onde vai o computador velho


     Para onde vão os equipamentos eletrônicos, principalmente computadores, depois que são substituídos por um modelo mais novo? A resposta não é muito bonita. O fotógrafo Andrew McDonnell fez um ensaio sobre um dos maiores lixões eletrônicos do mundo. Fica num subúrbio de Accra, capital de Gana, na África.

http://colunas.epoca.globo.com/files/437/2010/02/ghana04_Layer-11.jpg

     Estima-se que 70% dos equipamentos descartados nos Estados Unidos e Europa vão parar em depósitos como esse, em países pobres. São 20 a 50 milhões de toneladas de computadores, celulares, TVs e impressoras velhos. Eles têm substâncias tóxicas em sua composição, como o mix que recheia as baterias ou metais pesados. Terminam em lugares como Gana, Nigéria ou Costa do Marfim.
     O trabalho de recuperação do material reaproveitável é perigoso. Na foto, uma criança separa cacos de vidro de monitores quebrados.
     Abaixo você pode ver ainda mais fotos de tudo isso lá em Gana.









Fonte: Pristina - Blog do Planeta



Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10 - Celebridades - Música - Esportes

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Solicitação de apoio a ação Cyber-ativista contra o Lixão da Camélia na cidade de Tapes/RS


     Amigos Verdes, simpatizantes, ativistas ambientalistas de todo o Brasil e de nossa cidade de Tapes/RS, pedimos seu apoio para uma ação cyber-ativista na Rede de mundial de computadores, a fim de solicitar aos poderes constituídos da cidade de Tapes e do Estado, para que sejam procedidos o fechamento e posterior recuperação da área do Lixão da Camélia, que há 27 anos polui o meio ambiente na região do Butiazal de Tapes, onde se encontra a maior reserva de Butiazeiros centenários do RS e Brasil.

http://1.bp.blogspot.com/_DMEZGFMyL7s/SarkBjmWarI/AAAAAAAAAdI/bBnrEeqog4k/s320/100_6751.jpg
Lixão da Camélia

     Como forma de solicitação ao Poder Público da cidade, pedimos para serem enviados e-mails a Prefeitura Municipal de Tapes, o Ministério Público local e outros da esfera Estadual, para que proceda com o fechamento do Lixão, o encaminhamento dos lixos para o aterro de Minas do Leão e a implantação da Coleta Seletiva de lixos e a Educação da população para deixarem os resíduos passíveis de reciclagem ser entregue diretamente a Usina de Triagem de Resíduos Recicláveis, coordenada pela Associação dos Catadores e dos Carroceiros.

http://osverdestapes.googlepages.com/butiazalzhout2005.jpg/butiazalzhout2005-large.jpg
Butiazal de Tapes

SEGUE ABAIXO O MODELO DE ENVIO:

No campo Para: gabinete@tapes.rs.gov.br, meioambiente@tapes.rs.gov.br, mptapes@mp.rs.gov.br, caoma@mp.rs.gov.br, ouvidoria@mp.rs.gov.br, dirtec@fepam.rs.gov.br, disa@fepam.rs.gov.br, dat@mp.rs.gov.br, giancarlo@sema.rs.gov.br
No campo CCO, coloque este endereço: osverdes.rs@gmail.com
No campo Assunto: Pedimos o Fechamento do Lixão da Camélia em Tapes
No corpo do e-mail, sugerimos o seguinte texto:

     Prezados Senhores Prefeito, Secretário de Meio Ambiente, Promotor Público de Tapes e os Senhores Promotores do Centro de Apoio Operacional do Meio Ambiente, aos Promotores-Ouvidores do Ministério Público, Diretores e Técnicos da DISA/FEPAM, do DAT do MP/RS e Chefe de Gabinete do Secretário de Estado do Meio Ambiente,
     Solicitamos providências, como cidadãos comprometidos com a defesa ambiental e provocando a ação pró-ativa da Administração Pública para que proceda com o fechamento do Lixão da Camélia e sua posterior recuperação. Localizado em Tapes, este lixão já polui o ambiente natural em uma paisagem de rara beleza há 27 anos. Pedimos também o encaminhamento dos lixos para o aterro de Minas do Leão, na cidade de Butiá, licenciado pelos órgãos ambientais do Estado, além da implantação da Coleta Seletiva de lixos e a Educação da população para deixarem os resíduos passíveis de reciclagem serem entregues diretamente aos catadores nas carroças da Usina de Triagem de Resíduos Recicláveis, coordenada pela Associação dos Catadores e dos Carroceiros.
     Tal iniciativa é importante, para que os problemas oriundos do descarte incorreto pela população e a conseqüente gravidade do Lixão que serve de destino final para os resíduos produzidos pela população, sejam sanados o mais rápido possível.
     Agradeço sua atenção e ficamos no aguardo de soluções plausíveis com a defesa da natureza e a promoção da qualidade de vida dos Tapenses.
     Assina… (coloque seu nome e entidade que representa ou sua função profissonal, além da localidade de onde envia este e-mail)

Solicitação enviada pelo Movimento Ambientalista Os Verdes de Tapes/RS

Fonte: EcoDebate



Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10 - Celebridades - Música - Esportes

Ambientalistas avançam. Mas FSM parou


Este décimo FSM deixa um sabor meio amargo para os militantes e simpatizantes do movimento ambientalista mundial. Mesmo ausente da pauta, o tema acabou presente em todas as discussões do dia-a-dia das pessoas comuns e dos principais dirigentes políticos do mundo

     Nos amplos salões bem iluminados e refrigerados da Assembléia Legislativa gaúcha, a décima edição do Fórum Social Mundial foi encerrada, no começo da calorenta tarde porto-alegrense desta sexta-feira (29/01), em clima de saudação à edição internacional na capital do Senegal, em janeiro de 2011.
     A última sessão do Seminário Internacional que abordou os desafios e propostas para um novo mundo possível também relembrou os principais momentos vividos desde o primeiro FSM, em janeiro de 2001, em Porto Alegre.
     O evento descentralizado do Rio Grande do Sul, de 25 a 29 de janeiro de 2010, dá a partida para diversos outros encontros, em várias partes do mundo. Foram mais de 900 atividades, entre seminários, palestras, oficinas e apresentação de filmes e shows de música, com a presença de umas 35 mil pessoas. A esmagadora maioria dos presentes – 60% - era do sexo feminino. Vieram de 39 países, e entre eles quatro cidadãos da nação cenário da terrível tragédia deste começo de ano, o Haiti.
     As atividades foram divulgadas a todo o Planeta pelos representantes da mídia: são 250 jornalistas de 15 países, um número expressivo - se considerarmos que o FSM 10 Anos era um evento descentralizado e se espraiou por sete cidades do Rio Grande do Sul.

http://www.ecoagencia.com.br/fotos_noticias/1264820069_g.jpg
Jornalista e professor francês Claude-Marie Vadrot (foto: Eliége Fante/EcoAgência)

     Meio ambiente fora dos temas centrais
     Mas este décimo FSM deixa um sabor meio amargo para os militantes e simpatizantes do movimento ambientalista mundial. De fato, como EcoAgência já publicou na matéria Agenda Ambiental ainda é Desafio a ser Vencido, o tema esteve ausente da pauta, mas presente em todas as discussões do dia-a-dia das pessoas comuns e também dos principais dirigentes políticos do mundo.
     Falo do tema das mudanças climáticas, presente ainda no passado mês de dezembro de 2009, em Copenhague, na frustrada reunião de cúpula promovida pelas Nações Unidas.  É  verdade que os temas do meio ambiente como que pipocaram, aqui e ali, entre uma palestra e outra, ou uma que outra oficina. Mas não se constituíram em um dos pontos principais do encontro.]
     No auditório da Assembléia Legislativa, encontro o veterano jornalista e professor francês Claude-Marie Vadrot.  Ele se define como um jornalista especializado nas questões ambientais e de proteção da natureza. Leciona Ecologia e Comunicação Ambiental no Departamento de Geografia da Universidade Paris 8. Já escreveu  desde seu livro "Déclaration des Droits de La Nature", de 1973, mais 36 obras sobre Geografia, Política Internacional e Ecologia, como o recente "L'Horreur Écologique", de 2007.
     Para Vadrot, o FSM até hoje, em suas dez edições, não foi capaz de compreender plenamente a importância dos temas ambientais, em especial das atuais mudanças climáticas. Há falta de entendimento no FSM sobre as relações entre política, economia e os temas ambientais.
     Em Copenhague, o jornalista francês presenciou o avanço militante do movimento ambiental, a partir da compreensão de que os temas econômicos e ecológicos estão umbilicalmente unidos. E, na capital dinamarquesa, lembra Vadrot, aconteceu uma reunião de caráter "verde". Como um contraste antiecológico, ele aponta para a forte iluminação e a refrigeração a pleno dos ambientes da Assembléia gaúcha. "Lá, ao menos, as salas de reuniões eram mais compatíveis com o atual estado de coisas, aproveitando ao máximo a iluminação solar", diz.
     Para Dakar-2011, Vadrot não mostra uma grande esperança, ou mesmo confiança. Ele, presente desde o primeiro FSM, em 2001, diz estar cansado de ouvir desde então as mesmas palavras de ordem, enquanto as coisas vão mudando ao redor do Planeta.
     "Já os ecologistas avançaram muito. Tanto com suas ações e atividades, como também em um discurso mais contemporâneo, mais adequado a este começo de século 21. E também em nível individual, os ecologistas já estão agindo diariamente, dentro de suas possibilidades, para realizar um novo mundo. Que seja além do possível, também um novo mundo necessário", conclui.  Não posso deixar de concordar com ele.

Autor: Renato Gianuca, especial para EcoAgência de Notícias



Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10 - Celebridades - Música - Esportes

Inpe registra 247,6 km² de desmatamento em outubro e novembro na Amazônia


Área equivale a mais de 150 vezes o Parque do Ibirapuera, em SP.
Monitoramento ficou impedido em dezembro devido à cobertura de nuvens.

     O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) detectou desmatamento de 247,6 km km² da floresta amazônica nos meses de outubro e novembro de 2009. A área equivale a mais de 150 vezes o Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Os dados foram divulgados pelo instituto nesta terça-feira (02).

http://www.globoamazonia.com/Amazonia/foto/0,,35733295-FMM,00.jpg
Mapa mostra alertas de desmatamento registrados pelo Inpe em novembro. (Foto: Divulgação/Inpe)

     Em setembro, o Inpe havia registrado mais desmatamento que nos dois meses seguintes juntos: 400 km². Vale ressaltar, no entanto, que naquele mês a cobertura de nuvens foi consideravelmente menor.
     Devido à forte cobertura de nuvens nesta época do ano, não foi possível fazer o monitoramento dos focos de devastação no mês de dezembro. A área desmatada da Amazônia Legal apontada no mês de outubro foi de 175,5 km² e, em novembro de 2009, foi de 72,1 km².
     O Estado que apresentou maior área de devastação em outubro foi o estado do
Pará com 68 km² (39% do total no mês), seguido do estado de Mato Grosso, com 42 km² (24%). No mês seguinte, mais uma vez foi o Pará o estado que apresentou maior devastação - foram 40 km² (56%). Em seguida vem o Maranhão, com 18,7 km2 (26%).

Fonte: Globo Amazônia, em São Paulo



Veja quais são os assuntos do momento no Yahoo! + Buscados: Top 10 - Celebridades - Música - Esportes