sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Boletim do dia 02/10/09 - Rebia

Custo da adaptação ao clima chega a US$ 100 bilhões

Este é o volume de recursos financeiros que pode ser necessário para os países em desenvolvimento se prepararem para enfrentar as mudanças climáticas que virão com os termômetros subindo dois graus Cel...

"Redd só será efetivo se acompanhado de conservação do estoque florestal"

 

Depois de 15 anos de discussão sobre ações relacionadas ao crédito para redução de desmatamento e conservação de florestas, centenas de empresas, movimentos sociais, acadêmicos, entre outros representantes de setores sociais do mundo, chegam...

Aquecimento global é o próximo desafio do Ministério do Meio Ambiente

As brigas e desacordos entre o Ministério do Meio Ambiente e outros ministérios do governo Lula não param; são uma sucessão de desencontros e desconectividade. É o que popularmente se chama...

Brasil e França discutem preservação da biodiversidade em evento no Rio

 

Ano da França no Brasil abre caminhos para maior cooperação científica em recursos naturais diante do desafio global de desenvolvimento sustentável - O intercâmbio e a gestão de conhecimentos e dados relacionados ao estudo dos recursos da...

'Valor da biodiversidade é mil vezes superior ao da agricultura'

Cientista da Embrapa afirma que a salvação da lavoura depende da preservação do bioma - O Cerrado ainda tem 800 mil quilômetros quadrados de terras agricultáveis - uma área igual à da França e Reino...

Governadores brasileiros discutem aquecimento global na Califórnia
 
Liderada por Arnold Schwarzenegger, a Segunda Cúpula Global sobre Clima e Floresta reúne 70 líderes de todos os continentes - A segunda Cúpula Global de Governadores sobre Clima e Floresta que tem como título Um chamado à ação: rumo a Copenhagen...

Energias Renováveis podem ser alternativas a Hidrelétricas em período de seca

 

Bagaço de cana, eólica e nuclear são apontadas como opções ao País. Participação da iniciativa privada na produção dessas fontes será debatida no 10º Encontro Internacional de Energia Fiesp/Ciesp - Ante o impasse para liberação de licenças ambientais para...

Artigo: Por uma nova ordem mundial - Jaqueline Macedo

O descontrole climático chegou a tal nível que os impactos da irresponsabilidade já são sentidos por todos os povos do planeta: derretimento das geleiras, elevação do nível dos oceanos, secas extremas, aumento da frequência e da...

Artigo: A monocultura que vai terminar na pobreza - Paulo Mendes Filho

 
O império da energia, terra e água. - Uma cidade, Encruzilhada do Sul. Uma monocultura, eucaliptos. Uma situação insustentável. Miséria, favelas, pobreza e desilusão que tende a piorar. Basta conhecer, observar e conversar com as pessoas, com os agric...

Audiência Pública da Via Mangue atrai interesse da população

Quase duas mil pessoas participaram no Geraldão do evento que detalhou projeto para desafogar trânsito na Zona Sul do Recife e promover melhorias ambientais e urbanas - A Agência Estadual de Meio Ambiente...

Fonte: Rebia
Postado por Wilson Junior Weschenfelder


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quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Boletim do dia 01/10/09 - Rebia

Oceanos esquecidos

O Ministério do Meio Ambiente divulgou na última semana, durante o 6º Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação (CBUC), os novos números de áreas marinhas protegidas no país. Atualmente, 1,46%...

A metade feminina da mudança climática bate na mesa

A população feminina do mundo tem muito a perder e muito a dizer sobre a mudança climática. Os que defendem que as negociações internacionais tenham perspectiva de gênero há noves meses nadam contra a corrente...

Bate-boca marca discussões sobre novo Código Florestal

 

Uma manobra da bancada ruralista e a reação estridente de parlamentares ambientalistas transformou ontem a primeira reunião da comissão especial do novo Código Florestal em um festival de xingamentos, gritarias e ameaças que quase levou os deput...

Manguezais são ameaçados pelas fazendas de camarão na Baía

Aposta da economia baiana da década de 80, a criação de camarão (carcinicultura) está em franco declínio, principalmente depois que o dólar entrou em queda. A prática não pereceu sozinha: levou junto parte...

Dinheiro não será problema para a extração do pré-sal, diz Gabrielli

 

O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, disse hoje (29) que o limite da extração de petróleo da camada pré-sal está associado ao fornecimento de materiais para a cadeia produtiva, e não a questões financeiras. Ao participar de audiência pública conj...

Mais de cinco mil pessoas limpam praias em Niterói

Trabalho não faltou para os voluntários que optaram por abrir mão de uma manhã de lazer em prol da natureza. No Dia Mundial de Limpeza de Rios e Praias, organizado pela Prefeitura de Niterói, através da...

Proposta de novo Código Estadual de Meio Ambiente provoca polêmica

 

Em julho de 2009, a Comissão de Agricultura, Pecuária e Cooperativismo da Assembléia Legislativa apresentou um projeto de lei (PL 154/09) propondo modificar radicalmente a legislação ambiental do Rio Grande do Sul. O projeto prevê mudanças que...

Sobre a criação amadora de passarinhos silvestres

Desde a descoberta do Brasil, o povo brasileiro tem o hábito de criar pássaros canoros silvestres (tico-tico, sabiá, coleiro, sanhaço, melro, trinca-ferro, pixoxó, etc) como animais de estimação. Este hábito, por...

A 'papelada' que emperra a coleta seletiva no Rio

População esbarra no excesso de burocracia e não consegue reciclar o lixo. Comlurb só reaproveita 1% dos dejetos colhidos na capital - O caminho entre a lixeira da sua casa e a cooperativa de reciclagem é uma...

Monoculturas soterram a biodiversidade

Segundo a Conservação Internacional, 13% dos vertebrados foram exterminados por ocupação humana; perda é ainda maior no caso das plantas - É impossível saber ao certo quantas espécies já foram extintas...

Fonte: Rebia
Postado por Wilson Junior Weschenfelder


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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Temperatura da Terra poderia subir 4°C em apenas 50 anos, diz estudo


Alerta mais sério desde a reunião da ONU sobre o clima, estudo britânico pede corte imediato de emissões de CO2.

     Um relatório do principal centro de pesquisas sobre mudanças climáticas da Grã-Bretanha alertou nesta segunda-feira (28) para um aumento de 4º C na temperatura do planeta em apenas 50 anos caso as emissões de carbono não sejam reduzidas em breve.
     O estudo do Centro Hadley, financiado pelo governo britânico, constitui o alerta mais grave já divulgado sobre o aquecimento global desde que o Painel Intergovernamental sobre a Mudança Climática (IPCC), órgão científico da ONU, estimou em 2007 que a temperatura do planeta pode subir entre 1,8ºC e 4ºC até o fim deste século.

http://3.bp.blogspot.com/_bbdlOygs1WQ/SUkI68JEwbI/AAAAAAAABS0/0m0xZg-4Gy0/s400/temperatura-nasa.jpg

     Utilizando novos dados a partir de análises sobre o ciclo do carbono e de observações atualizadas de emissões de países emergentes, como China e Índia, as conclusões não apenas reforçam a possibilidade do pior cenário do IPCC como reduzem pela metade o tempo disponível para ação.
     Segundo o Centro Hadley, em um cenário de altas emissões, o derretimento de neve e gelo no Ártico poderia elevar a absorção de raios solares e elevar a temperatura ártica em até 15,2 ºC.
     Secas atingiriam severamente o oeste e sul da África, afetando a disponibilidade de água, segurança alimentar e saúde da população.
     O estudo diz que "todos os modelos" indicam reduções na precipitação de chuvas também na América Central, no Mediterrâneo e partes da costa australiana. Em outras áreas, o aumento da temperatura em 50 anos poderia ser de 7º C, disse o estudo.
     Já o padrão das chuvas seria severamente afetado na Índia - onde o nível de precipitações poderia aumentar 20% ou até mais, piorando o risco de enchentes.
     Não bastasse o cenário consideravelmente pior do que os cientistas pensavam, o estudo alerta ainda que, em um cenário de emissões altas, a previsão de aumento de 4º C podem ser "adiantada em 10 anos, ou até 20 anos em casos extremos".
     Entretanto, concedem os cientistas, ainda há tempo de evitar o pior cenário se as emissões de carbono começarem a baixar de nível dentro da próxima década.
     Notícia completa aqui.

http://www.terra.com.br/revistaplaneta/edicoes/440/imagens/i114961.jpg

Fonte: Terra
Postado e adaptado por Wilson Junior Weschenfelder


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sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Ambientalistas preservam o futuro


     Desenvolvimento sustentável, verdadeira meta dos ambientalistas que lutam no presente por um futuro onde a natureza se harmonize com todos os seus componentes, vivos e não vivos. O homem, parte importante nesta equação, tem uma maior responsabilidade, pois pode interferir de modo mais agressivo sobre a natureza em comparação a qualquer outro ser vivo.
     Lamentavelmente existem os detratores dos ambientalistas que, dando um sentido pejorativo à expressão, buscam argumentos incoerentes, agressivos e com elevado grau de inconsequência, pois, desconhecendo a relação entre capital natural e capital criado, pensam que capital criado assegurará um mercado futuro rentável e esquecem que com a desestruturação do capital natural poderá não haver futuro, em uma visão muito pessimista, ou um futuro com baixíssima qualidade de vida para o homem e aos demais seres vivos que restarem, todos em busca de um novo clímax, que passarão por uma sucessão secundária com enormes obstáculos e forte pressão de seleção.
     Diferentemente do que dizem determinados pensadores "xiitas", que nós os ambientalistas denominamos carinhosamente de "ecopatas", somos totalmente favoráveis ao desenvolvimento de nossa e de qualquer outra região do planeta, desde que não comprometa a qualidade de vida das gerações futuras. Esta tarefa é, no entanto, de extrema dificuldade, pois as vantagens imediatistas, tendenciosas e carregadas de interesses pessoais nos remetem a uma verdadeira visão apocalíptica do planeta Terra.
     De qualquer forma, mesmo diante de tantas dificuldades, a pressão sobre grupos de extermínio ambiental tem tido algum sucesso, claro que a isso se somam fatores externos, como as crises econômicas sucessivas, que têm demonstrado, inclusive, que muitos projetos de desenvolvimento que aportaram por aqui pensavam exclusivamente na saúde financeira própria e não na da região, dai terem se deslocado para regiões mais desprotegidas, onde os ambientalistas não tinham a força dos daqui. Lamentavelmente não estamos livres de novas investidas de grandes conglomerados, muitos com nova roupagem, pois nossas condições para produção de suas especialidades são muito boas e, some-se a isto, a inexistência de políticas públicas para uma reforma agrária que atenda aos reais interesses de todos os que produzem no campo e aos que se utilizam desta produção dando-lhe um valor agregado que dispense o abuso de monoculturas desestabilizadoras ecológica e economicamente.
     Como diziam os antigos: "os água-pés estão se movimentando, tem jacaré na vizinhança." Fiquemos, então, alertas…

Autor: Neiff Satt Alan - OngCea
Postado por Wilson Junior Weschenfelder


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quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Vínculo de pessoas com animais preocupa infectologistas


     Por décadas, o germe MRSA, resistente a medicamentos, era causa de preocupação quase exclusivamente para os seres humanos e se difundia primordialmente em hospitais e outras instituições de saúde. Mas nos últimos anos, o germe vem se tornando problema cada vez mais sério para os veterinários e o número de infecções que causa em pássaros, roedores, gatos, cachorros, cavalos e porcos está em alta.

http://sdp.terra.com.br/image/get?o=cf&w=619&h=464&src=http://img.terra.com.br/i/2009/09/23/1326026-4783-atm17.jpg
O germe MRSA tem se tornado problema cada vez mais sério para os veterinários e o número de infecções em animais está em alta (Foto: The New York Times)

     Isso, dizem os especialistas em doenças infecciosas, está se tornando um risco para os seres humanos que são donos desses animais ou passam o tempo em contato com eles. "O que aconteceu pela primeira vez, ao menos em nossa percepção, é que surgiu um ciclo reverso de contaminação de um lado a outro", diz Scott Shaw, diretor do comitê de controle de infecções da Escola Cummings de Medicina Veterinária, na Universidade Tufts.
     Não se sabe com que frequência animais domésticos desempenham um papel no contágio de seres humanos pelo vírus Staphylococcus aureus, resistente à meticilina, e vice-versa; médicos e veterinários não costumam determinar a origem dessas infecções. Mas quando esse trabalho de investigação científica é conduzido, no entanto, em geral em casos que envolvam infecções múltiplas ou recorrentes, os resultados oferecem um forte vínculo.
     Notícia completa AQUI.

Autora: Brenda Goodman - G1
Postado por Wilson Junior Weschenfelder


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Agência divulga foto de lula gigante logo após captura


Espécie foi 'pescada' por navio oceanográfico em 31 de julho.
No Golfo do México, única captura anterior havia ocorrido em 1954.

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/foto/0,,22458663-EX,00.jpg
A Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera dos Estados Unidos (NOAA, na sigla em inglês) liberou nesta segunda-feira (21) esta foto, tirada em 31 de julho, que mostra cientistas no navio oceanográfico Gordon Gunter analisando uma lula gigante capturada por uma rede a quase meio quilômetro de profundidade no Golfo do México. A Noaa não informou o tamanho do exemplar, mas a espécie costuma ter 10 a 13 metros. A única espécie similar que havia sido capturada no golfo antes fora localizada já morta, flutuando, em 1954. (Foto: AP/National Oceanographic and Atmospheric Administration)

Fonte: G1
Postado por Wilson Junior Weschenfelder


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Derretimento de gelo na Antártida e na Groenlândia está mais rápido


Dados de satélite da Nasa detalham ação de glaciares, os 'rios de gelo'.
Geleiras antárticas estão perdendo 9 metros por ano.

     Pesquisa do British Antarctic Survey (BAS) e da Universidade de Bristol publicada nesta quarta-feira (23) pela revista "Nature" aponta uma aceleração da perda de gelo via glaciares da Antártida e da Groenlândia. No caso do continente antártico, os cientistas analisaram 43 milhões de dados colhidos por satélites da Nasa, a agência espacial americana. Para avaliar a situação na Groenlândia, foram 7 milhões de medições. Nos dois casos, o período analisado é de 2003 a 2007.

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/foto/0,,22583791-FMM,00.jpg
50 milhões de medições do satélite ICESat da Nasa indicam 'afinamento' maior do gelo (Foto: British Antarctic Survey)

     Um glaciar é um "rio de gelo" alimentado pelo acúmulo de neve. Ele escoa das montanhas para regiões mais baixas, onde o gelo pode derreter, se romper no oceano na forma de icebergs ou reforçar uma plataforma de gelo. Plataforma é a extensão plana, flutuante, dos mantos de gelo, com espessura de 100 a 1.000 metros. Um manto de gelo é a capa de até 4 quilômetros que cobre a rocha. Flui do centro do continente em direção à costa, onde alimenta plataformas.
     Os cientistas chegaram a concluões nada animadoras: essa "dinâmica de afinamento" atinge, agora, todas as latitudes da Groenlândia; ela se intensificou em áreas costeiras estratégicas da Antártida; para piorar, está também penetrando profundamente o interior dos mantos. Na Groenlândia, os especialistas estudaram 111 glaciares que se movem rapidamente e localizaram 81 afinando em um ritmo duas vezes mais veloz do que o de glaciares de movimento lento, na mesma altitude. Também descobriram que a perda de gelo em muitas geleiras da Antártida e da Groenlândia é maior do que o ritmo de queda de neve no interior dos territórios. Na região antártica, as geleiras que afinam mais rápido são a da Ilha Pine, a Smith e a Thwaites. A perda de gelo ocorre a um ritmo de 9 metros por ano.

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/foto/0,,22584745-FMM,00.jpg
Glaciar é um rio de gelo alimentado pelo acúmulo de neve. Ele escoa das montanhas para regiões mais baixas, onde o gelo pode derreter, se romper no oceano na forma de icebergs ou reforçar uma plataforma de gelo (Foto: British Antarctic Survey (BAS)

     "Fomos surpreendidos ao ver um padrão tão forte de afinamento das geleiras em uma área costeira tão vasta", afirmou Hamish Pritchard, coordenador do estudo e membro da BAS. "A diluição é disseminada e em alguns casos o afinamento se estende centenas de quilômetros em direção ao interior."
     A equipe de Pritchard avalia que correntes marítimas mais quentes em contato com a costa e derretendo a área frontal dos glaciares é a causa mais provável do fluxo mais acelerado das geleiras em direção ao oceano. "Essa forma de perda de gelo é tão parcamente compreendida que permanece a parte mais imprevisível do futuro aumento do nível dos oceanos", completa Pritchard.

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/foto/0,,22586202-FMM,00.jpg
Em vermelho, as áreas de afinamento (Mapa: British Antarctic Survey)

     O satélite que forneceu as informações analisadas foi o ICESat (Ice, Cloud and Land Elevation Satellite), lançado em janeiro de 2003, que cumpre uma órbita polar.
     A BAS, com sede em Cambridge, mantém 5 estações de pesquisa na Antártida, dois navios e cinco aeronaves.

Fonte: G1
Postado por Wilson Junior Weschenfelder


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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Parabéns Desembargadores do Tribunal Federal de Brasília


     Os CRIMES do SHOPPING AEROCLUBE SALVADOR em INVADIR ÁREA PÚBLICA
municipal e em ZONA DE MARINHA, na beira da praia, soterrar dezenas de coqueiros (CRIME AMBIENTAL), construir uma PISTA CLANDESTINA para carga e descarga das Lojas Americanas defronte do mar, ao lado da ciclovia, NÃO PAGAR IMPOSTOS municipais, estaduais, federais e o aluguel do terreno........ etc., etc., etc...... Justificam o EMBARGO das obras.

http://www.portaldomeioambiente.org.br/images/stories/noticias/direto_e_legislacao/1786.jpg

     O colegiado do TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL em Brasília, dia 17 de setembro de 2009, com a presença de 12 (doze) Desembargadores, NEGOU PELA 15a (DÉCIMA QUINTA) vez a o desembargo das obras do Shopping Aeroclube Salvador, em função dos diversos crimes cometidos pelo GRUPO IGUATEMI, proprietário deste shopping.
     O crime não compensa, e um dia, se DEUS quiser, a JUSTIÇA DA BAHIA também tomará decisões sérias e honestas como a Justiça Federal em Brasília.
     Os crimes deste shopping servem de exemplo a toda a Bahia - É impossível revitalizar a orla da cidade de Salvador sem corrigir estes crimes ambientais e verdadeiros assaltos aos cofres públicos.

http://www.portaldomeioambiente.org.br/images/stories/noticias/direto_e_legislacao/1786b.jpg

Fonte: Noticias SSA - Portal do Meio Ambiente
Postado por Wilson Junior Weschenfelder


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Ativistas formam escultura humana para protestar pelo clima


     Ativistas e voluntários se reuniram neste domingo no Central Park, em Nova York, para formar uma escultura humana e chamar a atenção para as mudanças climáticas. Os participantes formaram uma réplica do planeta Terra preso dentro de uma ampulheta, feita de pessoas.

http://sdp.terra.com.br/image/get?o=cf&w=619&h=464&src=http://img.terra.com.br/i/2009/09/20/1323672-3734-atm14.jpg
Ativistas e voluntários formam uma escultura humana de uma ampulheta para protestar contra as mudanças climáticas (Foto: AFP)

     O evento foi organizado pela Organização Não Governamental (ONG) Oxfam, como parte da campanha "tck tck tck" (http://www.tcktcktck.org/. No Brasil, a ação tem o nome de "tictac tictac tictac" (http://www.tictactictac.org.br/).
     Segundo os organizadores, o protesto tem como objetivo chamar a atenção dos chefes de Estado que se reunirão na 15ª Conferência das Partes da Convenção da Organização das Nações Unidas, sobre Mudanças Climáticas, que ocorre em dezembro, em Copenhague, na Dinamarca.

http://sdp.terra.com.br/image/get?src=http://img.terra.com.br/i/2009/09/20/1323688-3422-atm14.jpg
Coreografia simulou a Terra passando pelo aperto de uma ampulheta (Foto: AFP)

Wilson Junior Weschenfelder
Biólogo/Bacharel em Ecologia
Especialista em Licenciamento Ambiental
Doutorando em Desenvolvimento Regional
http://biowilson.blogspot.com/


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sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Como o vento pode alimentar a China (e salvar o clima da Terra)


     A China, hoje a maior emissora de gases responsáveis pelo aquecimento global, está caminhando rapidamente para reduzir seu impacto ambiental. Nos últimos cinco anos, o país dobrou anualmente sua capacidade instalada de gerar energia a partir do vento (com parques eólicos). E isso não tem um potencial pequeno. Segundo um novo estudo feito por pesquisadores de Harvard, nos EUA, e da Universidade Tsinghua, de Pequim, a China pode atender toda a sua demanda de eletricidade só com o poder dos ventos até 2030.

http://colunas.epoca.globo.com/files/437/2009/09/china_wind_31198b.jpg

     Os pesquisadores fizeram estimativas considerando as projeções econômicas de crescimento do país. Também avaliaram o potencial meteorológico e a disponibilidade de ventos constantes. No mapeamento do potencial eólico, excluíram as áreas urbanas e os terrenos impraticáveis. Igualmente, avaliaram o custo do investimento em eólicas. Descobriram que, em várias áreas do país, é possível gerar energia dos ventos a algo entre 6 e 8 centavos de dólar por killowat hora (kWh). Isso significaria a geração lucrativa de 9,96 trilhões de kWh. Essa energia é o dobro da demanda atual da China. Mas é o que se espera que seja o consumo em 2030.
     São ótimas perspectivas para um país que hoje depende da queima de carvão mineral (o combustível mais poluente de todos) para gerar a maior parte de sua eletricidade. A passagem para energia eólica vai exigir um investimento pesado em infraestrutura de transmissão elétrica para ligar os grandes centros de consumo aos terrenos com maior potencial de geração, situados no norte e no oeste do país. Mas, se os pesquisadores estiverem certos, é uma forma economicamente viável de evitar que o desenvolvimento do país mais populoso do mundo acabe com o clima da Terra.
     Também pode ser um exemplo para o Brasil, que descansa sobre sua bem sucedida política de álcool e esquece outros problemas, como a dependência no transporte de caminhão a diesel para cargas. Além disso, o Brasil tem uma das maiores empresas produtoras de cataventos eólicos, um potencial imenso, mas praticamente não investe nessa opção. E agora sonha com uma economia movida a petróleo do pré-sal, mas não tem planos para usar parte dos lucros para investir em fontes energéticas mais limpas, e com futuro mais longo.

http://blogdoplaneta.com/files/437/2008/08/chinariver2.jpg
A China puxa a poluição global (fonte)

Fonte: MIT Technology Review - Alexandre Mansur - Blog do Planeta
Postado e adaptado por Wilson Junior Weschenfelder


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Minc defende que países ricos paguem para reduzir desmatamento no Brasil


Nações desenvolvidas têm 'dever de casa' a fazer, diz o ministro.

     Após reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e governadores dos nove estados da Amazônia Legal, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, defendeu que os países ricos devem financiar a redução do desmatamento brasileiro, segundo informa a Agência Brasil. O encontro aconteceu nesta quinta-feira (17).

http://www.globoamazonia.com/Amazonia/foto/0,,21972241-FMM,00.jpg
Floresta ainda conservada no interior do Amazonas. (Foto: Iberê Thenório/Globo Amazônia)

     Minc disse que a delegação brasileira vai "falar grosso" na Conferência sobre Mudanças Climáticas que acontecerá em dezembro em Copenhague, na Dinamarca.
     Segundo o ministro, os países mais ricos têm "um dever de casa" a fazer, por serem os principais responsáveis pelos problemas que levam ao aquecimento global.
     Minc informou que houve consenso, durante a reunião, de que os estados do Norte precisam receber recursos para "manter a floresta em pé". Segundo ele, o Brasil vai propor a criação de um "mecanismo de mercado" para financiar um adicional de redução de carbono para os países ricos.

http://www.globoamazonia.com/Amazonia/foto/0,,21935691-FMM,00.jpg
Recentemente foram encontrada balsas com 1.600 metros cúbicos de madeira ilegal são apreendidas no Pará  (Foto: ICMBio/Divulgação) (fonte)

     Compensação
     "A Europa, por exemplo, diz que vai reduzir em 30% suas emissões. Nós achamos que deveria ser em 40%. Então esse fundo de mercado iria financiar essa diferença de 30% para 40%", explicou o ministro à Agência Brasil, sem dar mais detalhes sobre como funcionará o financiamento.
     O governador do Amapá, Waldez Góes, também defendeu o financiamento para os estados da Amazônia. "Nós preservamos 97% [da área de floresta no estado] e não recebemos um centavo para isso", afirmou. Ele argumentou que os países ricos precisam diminuir suas emissões e "acabar com essa história de que a Amazônia é a vilã".
      O Brasil já dispõe de uma forma de financiamento externo para contenção da devastação, o Fundo Amazônia. A Noruega assinou contrato para doação de US$ 1 bilhão em sete anos - dos quais US$ 110 milhões já foram transferidos. A liberação do restante é condicionada à redução da devastação.

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Em setembro uma peração desmontou esquema de 'lavagem' de madeira ilegal (Foto: ICMBio/Divulgação) (fonte)

Fonte: Globo Amazônia
Postado e adaptado por Wilson Junior Weschenfelder


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quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Custo do passivo ambiental no Brasil ultrapassa R$ 15 bilhões


De acordo com a estimativa da Associação Brasileira de Águas Subterrâneas (Abas), número de áreas degradadas já ultrapassa 30 mil no País.

     O conjunto de obrigações que as empresas têm com relação ao meio ambiente e com a sociedade, denominado passivo ambiental, tem se tornado, cada vez mais, alvo da preocupação das empresas, especialmente, por conta de seus onerosos desdobramentos. Uma contaminação de solo ou água subterrânea pode levar à desvalorização da empresa, de imóveis e a problemas de saúde pública, além de onerar e até mesmo alterar projetos de obras públicas, como a expansão do metrô, por exemplo.
      Segundo dados da Associação Brasileira de Águas Subterrâneas (Abas), o valor econômico do passivo ambiental no Brasil ultrapassa R$ 15 bilhões de reais. Resultado obtido por meio da multiplicação do número aproximado de áreas contaminadas pelo valor médio do custo de um trabalho de remediação. Atualmente, o valor médio de uma descontaminação é de R$ 500 mil, incluindo as diversas etapas do trabalho, de acordo com a Abas. O valor da recuperação do local é bastante caro e, também, variável, já que cada metro cúbico de água contaminada, por exemplo, tem um custo para ser tratado, pois é preciso verificar o tipo de contaminação e a profundidade do local, afirma o hidrogeólogo Everton de Oliveira, presidente do I Congresso Internacional de Meio Ambiente Subterrâneo, evento inédito, que começa na próxima semana, em São Paulo. Segundo Oliveira, esta situação é resultado de longos anos de urbanização e industrialização no Brasil.

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     Principais poluentes e poluidores
     Entre os muitos e variados tipos de poluentes encontrados em áreas contaminadas, há uma predominância do nitrato, proveniente do esgoto não tratado e de derivados do petróleo, como BTEX (benzeno, tolueno, etilbenzeno e xilenos).sendo os postos de combustíveis os principais agentes causadores da contaminação. Estes gastam em média R$ 300 mil para diagnosticar e remediar contaminações, conforme exigência da licença ambiental, podendo alcançar, em alguns casos, valores ainda mais altos. O tempo para se remediar nestes casos varia, em média, de um a quatro anos. No Brasil, os locais mais afetados pela contaminação encontram-se no Estado de São Paulo, na Região Metropolitana da Capital, na cidade de Ribeirão Preto, e em Campinas e seu entorno.

http://www.tropical-rainforest-animals.com/image-files/oilpollutionmask.jpg

     Além destes, existem muitos outros contaminantes de origem industrial que podem provocar contaminações de dimensões muitas vezes superiores, com riscos associados bem elevados e com custos de tratamento significativamente elevados, muitas vezes sem solução através de remediação, requerendo medidas institucionais, como a proibição do uso da água subterrânea, por exemplo.

Fonte: EcoAgência
Postado e adaptado por Wilson Junior Weschenfelder


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Não se pode separar economia e ecologia, diz Jeffrey Sachs


Economista afirma que planeta segue 'trajetória insustentável e perigosa'.

     O renomado economista americano Jeffrey Sachs, professor da Universidade Columbia, afirmou na quarta-feira (16) que o planeta está em uma "trajetória totalmente insustentável e profundamente perigosa" e que não é mais possível separar economia e ecologia.
     "Não podemos mais pôr economia e ecologia em categorias separadas. Elas nunca estiveram em categorias separadas", afirmou Sachs, que presta consultoria a vários governos, durante uma conferência em Genebra, na Suíça.

http://www.news.harvard.edu/gazette/2002/02.21/photos/09-sach1-275.jpg
Professor Jeffrey Sachs

     Na palestra, promovida pela agência das Nações Unidas para Comércio e Desenvolvimento (Unctad), Sachs criticou o formato do atual processo de negociações sobre mudança climática.
      'Estamos vivendo apenas a metade daquilo que já provocamos'
     Para ele, em vez de diplomatas, engenheiros e cientistas deveriam sentar-se à mesa para discutir.
     "O problema das mudanças climáticas não é uma negociação de comércio. É simplesmente o problema mais complexo de engenharia, economia e social que a Humanidade jamais enfrentou", afirmou o estudioso.
     A pouco mais de dois meses do início da conferência de Copenhague que deve criar uma política de combate ao aquecimento global para o mundo a partir de 2012, o economista não poupou críticas às negociações - atualmente paradas em impasses.

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"O problema das mudanças climáticas (...) é simplesmente o problema mais complexo  (...) que a Humanidade jamais enfrentou", afirmou o estudioso (foto: AP)

     'Bobagem'
     "A questão sobre uma meta nacional ser obrigatória ou não é uma das questões menos interessantes. De que adianta ser obrigatória se você não é capaz de cumpri-la? É bobagem. Deveríamos estar discutindo o que podemos fazer, não o que é obrigatório, o que podemos fazer agora, em cinco, dez anos."
     O economista fez um apelo por um esforço coordenado de especialistas para que se saiba o que pode ser feito para permitir desenvolvimento econômico e melhoria das condições de vida de milhões de miseráveis, ao mesmo tempo em que são enfrentados problemas ambientais já "insustentáveis, ressaltados pelas mudanças climáticas".
     Para abordar um problema tão complexo, em vez de discutir metas de emissões, Jeffrey Sachs afirma que a convenção da ONU para mudanças climáticas deveria criar um corpo técnico que analisaria opções e custos para ações de curto prazo em cada país.
     Em sua palestra, Sachs sugeriu uma nova parceria público-privada para criar os grandes sistemas técnicos necessários.

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     "Podemos alcançar um crescimento econômico com impacto muito menor se pensarmos claramente, sistematicamente, em termos de sistemas, e baseados em objetivos globais."
     O economista criticou a falta de sustentabilidade não só na área de meio ambiente. Para ele o mundo atual é "socialmente insustentável".
     "A distância entre os ricos e os pobres está aumentando. Muitas das pessoas mais miseráveis do planeta estão morrendo por causa de sua pobreza, e se não morrem, sofrem e ficam cada vez mais para trás."
     Jeffrey Sachs concluiu que a mensagem da comunidade científica é de que o mundo está à beira de um futuro quadro potencialmente catastrófico. "Mais cedo ou mais tarde, cientistas vão nos dizer que essa área é inabitável."
     O economista afirmou ainda que então será "tarde demais", porque mesmo que as emissões sejam cortadas a zero, o atual acúmulo de gases na atmosfera terá efeito durante um longo tempo. "Estamos vivendo apenas a metade daquilo que já provocamos", concluiu.

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Fonte: BBC - G1
Postado e adaptado por Wilson Junior Weschenfelder


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segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Cientistas apresentam descoberta de vírus perigoso na África


     Um vírus perigoso até agora desconhecido, similar ao ebola, que pode provocar hemorragias generalizadas, foi detectado ano passado na África do Sul, diz um estudo apresentado por um cientista sul-africano em São Francisco, Estados Unidos.
     A primeira pessoa afetada por este vírus foi uma guia turística de Lusaka (Zâmbia), que foi levada de avião para um hospital de Johannesburgo depois de um agravamento de seu estado.

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O novo vírus seria similar ao ebola (na imagem acima) e pode provocar hemorragias generalizadas (Foto: Reprodução/Terra Chile)

     A doença infectou quatro trabalhadores da área da saúde. Quatro dos cinco casos conhecidos terminaram em mortes, segundo o estudo. O quadro começa com febre, dores musculares, brotoejas e diarreia, que podem derivar em uma falência do fígado e estado de choque.
     A descoberta foi apresentada pelo cientista Nivesh Sewlall, da Universidade de Witwatersrand (Johannesburgo), no Congresso Interdiciplinar de Agentes Antimicrobianos e de Quimioterapia.

Fonte: AFP - terra
Postado por Wilson Junior Weschenfelder


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sábado, 12 de setembro de 2009

Imagem da Nasa mostra ataque de 11/9 visto do espaço


     A Nasa divulgou nesta sexta-feira uma imagem do ataque terrorista ao World Trade Center, capturada por Frank Culbertson, comandante da Estação Espacial Internacional na época. Suas palavras naquele dia foram: "nossas orações e pensamentos a todas as pessoas que estão lá, e em todo lugar".

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Imagem de satélite registrou o rastro de fumaça deixado pelos ataques de 11 de Setembro, em Nova York (imagem: Nasa/Divulgação)

     Há oito anos, o mundo parou quando 19 membros da Al-Qaeda assumiram o controle de quatro aviões e provocaram uma série de atentados nos Estados Unidos, com saldo de aproximadamente 3 mil mortos. Menos de dois meses depois, George W. Bush e seus aliados decidiram invadir o Afeganistão e, em 2003, o Iraque, no que o então presidente chamou de "guerra contra o terrorismo".
     Veja mais imagens:

Aeronave segue para uma das torres do World Trade Center
Aeronave segue para uma das torres do World Trade Center (foto: AP)

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Explosão acontece quando segundo avião se choca contra o prédio (foto: AP)

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Fumaça sai de torre do World Trade Center atingida por aeronave, em 11 de setembro de 2001, em Nova York (foto: AP)

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Imagem mostra queda de uma pessoa que pulou da torre norte do World Trade Center (foto: AP)

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Homens correm de fumaça e destroços causados pela queda da construção (foto: AP)

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Bombeiros e equipes de resgate fazem buscas na área do edifício, no dia seguinte aos ataques (foto: AP)

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Bombeiros de Nova York erguem bandeira dos Estados Unidos dos destroços da construção (foto: AP)

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Membros da equipe de resgate caminham em frente aos destroços da base do World Trade Center (foto: AP)

Fonte: Gizmodo - Terra
Postado por Wilson Junior Weschenfelder


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Engenheiros de Nova York planejam barreiras contra elevação do mar


     A cidade de Nova York começa a se preocupar com o aumento do nível do mar. Surgiu esta semana o primeiro estudo de obras para evitar que as águas invadam parte da cidade. As previsões de aumento das marés até 2100 vão de 50 cm a 2 metros, dependendo do instituto de pesquisa. Isso pode ser o suficiente para engolir algumas quadras, principalmente se a maré alta coincidir com a chegada de uma ressaca.

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O projeto inclui uma barreira móvel ao lado da ponte Verrazano Narrows

     O nível do mar pode subir mais rápido em Nova York do que em outras grandes cidades litorâneas. Isso é uma conseqüência da interação entere a força gravitacional e as correntes oceânicas. É a conclusão de um estudo recente feito por um conjunto de universidades dos Estados Unidos e do Reino Unido.
     Diante do risco de enchente, alguns pesquisadores e engenheiros começaram a debater como proteger a cidade. Eles estão pensando em estruturas para evitar que a água invada a parte baixa da cidade (que inclui seu coração financeiro), as redes elétricas e o metrô. Seriam barreiras semelhantes as que existem em Londres, Roterdã e São Petersburgo. O projeto inclui uma barreira móvel ao lado da ponte Verrazano Narrows (exibida na foto acima), que liga Staten Island ao Brooklin. Outra barreira também seria instalada no canal entre Staten Island e o continente. O plano foi apresentado esta semana na conferência H209 Water Fórum, em Nova York, que discutiu as vulnerabilidades da cidade às mudanças climáticas.

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Autor: Alexandre Mansur - Blog do Planeta
Postado e adaptado por Wilson Junior Weschenfelder


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Ecossistemas do Ártico são gravemente afetados pelo aquecimento, diz estudo


Populações de certas espécies estão se alterando na região.
Desequilíbrio de ciclo nutricional afeta sobrevivência.

     A temperatura média da superfície terrestre subiu 0,4°C nos últimos 150 anos. Mas no Ártico o aquecimento foi duas a três vezes maior. Nas últimas duas a três décadas, a extensão mínima da calota de gelo sobre o mar ártico recuou 45 mil quilômetros quadrados por ano. Evidentemente, isso não pode ocorrer sem consequências. Pesquisadores liderados por Eric Post, do departamento de biologia da Universidade Estadual da Pensilvânia, publicaram na "Science" um balanço dos impactos do efeito estufa sobre ecossistemas do Polo Norte.

Foto: Universidade Estadual da Pensilvânia/Science
Aquecimento no Ártico foi duas a três vezes maior que a média global. (Foto: Universidade Estadual da Pensilvânia/Science)

     As espécies mais afetadas são aquelas que dependem do gelo para obter provisões, reproduzir-se e para escapar de predadores. Estão nessa situação incômoda a foca-de-crista ou foca-de-capuz (Cystophora cristata), a foca anelada (Pusa hispida), a morsa do Pacífico (Odobenus rosmarus divergens), o narval ou unicórnio-do-mar (Monodon monoceros) e o urso polar.
     Mas há muitos outros sinais de desarranjo. Por exemplo: a população de raposas-do-Ártico (Alopex lagopus) está declinando em certas áreas, enquanto cresce a de raposas-vermelhas (Vulpes vulpes). Em algumas regiões da Groenlândia, o princípio da temporada de crescimento de vegetação foi antecipado, enquanto o período de procriação das renas (Rangifer tarandus) continua como sempre foi. O auge de oferta de alimento acontece agora antes do pico de demanda das fêmeas prenhes. Quando elas mais precisam, a comida já está escasseando. O resultado disso é um desequilíbrio de ciclo nutricional que está reduzindo o número das crias e abreviando seu tempo de vida.

Reprodução/Reprodução


     Essas alterações aceleradas que estão sacudindo o Ártico, todas vinculadas ao clima, podem ser um indício de mudanças prestes a ocorrer em latitudes mais baixas, avisa a equipe de Post.

Science/Science
Efeito estufa altera ciclo nutricional e está prejudicando a reprodução de renas. (Foto: Universidade Estadual da Pensilvânia/Science)

Fonte: G1
Postado por Wilson Junior Weschenfelder


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sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Suicídio vai crescer 50% nos próximos onze anos, diz OMS


Para entidade, educação sobre o tema é a melhor forma de prevenção.
Famílias devem discutir o assunto com pessoas que apresentam risco.

     Cerca de um milhão de pessoas cometem suicídio todos os anos no mundo. Por dia, uma em cada vinte tentativas é consumada. Os dados são da Organização Mundial da Saúde (OMS) e Associação Internacional para a Prevenção do Suicídio (IASP, na sigla em inglês) que apontam para um cenário ainda pior para os próximos anos. De acordo com as entidades, o problema deve crescer 50% e atingir a marca de 1,5 milhão de casos em 2020.

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     Nesta quinta-feira (10), quando é lembrado o dia internacional para prevenção do suicídio, as entidades advertem que a educação sobre o tema é a melhor forma de prevenção. De acordo com o psiquiatra e professor do curso de atualização em Medicina Comportamental da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Geraldo Possendoro, os grupos mais expostos são o dos pacientes psiquiátricos, como esquizofrênicos e depressivos.
     Fatores como a idade, estado civil e uso de drogas também contribuem para o aumento do risco. "Pessoas mais idosas, separadas e que fazem uso de drogas de abuso, como o álcool, cometem mais suicídio", explica o médico.
     Não só os mais idosos, porém, estão expostos. De acordo com a OMS, a taxa de suicídio entre os jovens vem subindo a ponto de essa população ser considerada como a de maior risco em um terço dos países.

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     Possendoro afirma que, ao contrário do senso comum, conversar sobre o assunto é a melhor forma de proteger as pessoas.
     Quando família percebe que um indivíduo, com fatores de risco, começa a desqualificar suas atividades rotineiras e ter um discurso de desesperança recorrente ele pode ser abordada. "Conversar sobre isso não vai fazer o indivíduo tentar, pelo contrário pode fazer com que ele se abra e procure ajuda", diz o psiquiatra.

Fonte: Emilio Sant'Anna - G1
Postado e adaptado por Wilson Junior Weschenfelde


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