sábado, 26 de janeiro de 2008

Notícias do site Ambiente Brasil

 
 
 
 
 
 


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Fantasmas devastaram a Amazônia

     O ministério do meio ambiente (MMA) culpou os produtores rurais pela nova onda de derrubadas na Amazônia. Já foram destruídos, em menos de seis meses, 7 mil quilômetros quadrados de floresta. Mato Grosso foi responsável por 53% desse desmatamento.
 
     O Estado é o berço do agronegócio. Mas, todas as associações representativas do setor contestam as acusações do MMA. Eles alegam que o agronegócio vive uma grande crise econômica e não poderia investir na abertura de novas áreas. Agora, exigem explicações do governo sobre: por que, quem e onde a floresta foi derrubada no Mato Grosso. Uma lista com os 36 municípios campeões de devastação na Amazônia foi divulgada na quinta-feira. Mais da metade da lista são de cidades mato-grossenses. Pode ser uma pista sobre o ser invisível que dizimou a floresta.
 
Autora: Juliana Arini - Blog do Planeta


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quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Notícias do Terra Ciência

 
 
 
 
 
 


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Formigas viajantes: culpa do desmatamento?

     Uma espécie de formiga carnívora está cada vez mais comum em algumas cidades da Amazônia - e já causam desequilíbrio. As formigas migram de um lugar para outro de carona em troncos de árvores ocas.
 
     Às vezes viajam por centenas de quilômetros. Em Nova Aripuanã, cidade do Amazonas localizada a 220 quilômetros de Manaus, formigas carnívoras, chamadas de lava-pés, destruíram lavouras e espantaram animais da região. Elas existem naturalmente na região. Mas com a chegada de novos formigueiros passaram a existir em um número acima do normal. Insetos desapareceram e muitos mamíferos também se tornaram raros na região. Vinte e duas cidades registraram o alarme. Ambientalistas dizem que é culpa do desmatamento. Os formigueiros migrariam hoje com mais freqüência devido ao grande número de árvores desmatadas que caem nos rios.
 
Autora: Luciana Vicária - Blog do Planeta


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terça-feira, 22 de janeiro de 2008

OMS: ser humano é o mais ameaçado pelo clima

     A diretora-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Margaret Chan, destacou hoje a estreita relação entre mudança climática e saúde, e disse que" a humanidade é a espécie mais importante ameaçada" por esta mudança no clima.
     Chan se referiu hoje à ameaça da mudança climática para a saúde humana, em seu discurso na abertura do Conselho Executivo da OMS, no qual ressaltou a importância da aceitação, por parte dos líderes mundiais, dos perigos da mudança climática.
 
 
     "Segundo as últimas previsões, divulgadas em novembro, a África será severamente afetada (pela mudança climática) até 2020. Restam apenas 12 anos. Nosso setor tem boas provas do que as secas, inundações, tempestades, ondas de calor, poluição do ar, desnutrição, deslocamento de povoações e doenças transmissíveis significam para a saúde", assinalou Chan.
     Ela lembrou, nesse sentido, que a relação entre mudança climática e saúde será o tema central do Dia Mundial da Saúde, que será celebrado em 9 de abril. A diretora-geral se mostrou otimista em relação à evolução do combate a algumas doenças cujos índices de mortalidade são altos, como a aids e a tuberculose. Sobre a aids, disse que as estimativas publicadas em 2007 indicam que a incidência global teve seu pico máximo no final dos anos 90, e que o número de pessoas mortas em decorrência da doença vem caindo nos últimos dois anos.
 
 
     "É encorajador. Mas ainda estamos muito longe do objetivo do acesso universal. Não fazemos o suficiente para prevenir o contágio de mãe para filho", assinalou. Sobre a tuberculose, disse que as taxas da doença se estabilizaram em algumas partes do mundo e chegam até a cair, mas chamou a atenção para a aparição de novos tipos de tuberculose resistentes aos medicamentos.
     Ela lembrou ainda que a doença segue causando 1,4 milhão de mortes evitáveis por ano. Chan se mostrou bastante otimista acerca do combate à malária, que nos últimos anos adotou um alto perfil em nível político e público. "A melhor razão para o otimismo vem dos resultados que obtivemos em alguns países africanos, especialmente graças a uma cobertura mais ampla e ao uso da nova estratégia de gestão doméstica", assinalou.
 
 
     Por fim, Chan destacou os benefícios para as crianças da estratégia global de imunização, que foi desenvolvida conjuntamente pela OMS e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). "A OMS constatou uma redução das mortes por sarampo, especialmente na África, e um contínuo aumento na vacinação rotineira", afirmou. O Conselho Executivo da OMS é integrado por representantes de 34 Estados-membros da ONU, designados para um mandato de três anos.
     Esta reunião, que ocorrerá até o dia 26, é a primeira das duas realizadas anualmente pelo organismo. Outras questões que serão abordadas durante o encontro são a preparação para uma possível pandemia de gripe; a erradicação da poliomielite e as estratégias para reduzir o consumo nocivo de álcool e as mutilações genitais femininas.
 
Fonte: EFE - Terra Notícias


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Algumas notícias ambientais do Portal do Meio Ambiente

Soberania da Amazônia sob ameaça - Erros do governo brasileiro e do Congresso facilitam as manobras para internacionalizar a região. Leia a reportagem na íntegra aqui.
 
Colapso Ambiental - Colapso da Civilização II - Em 2007, a Sociedade Norte-Americana de Física lançou um alerta sobre a escassez do gás hélio, se tornará um problema crítico para a humanidade em pouco tempo. Leia o artigo na íntegra aqui.
 
Clima e desmate ameaçam levar floresta ao colapso - Cientistas descobrem os 'pontos sem volta' da Amazônia, a partir dos quais a selva vira savana. Leia a reportagem na íntegra aqui.

 


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segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Aquecimento agrava desastres, diz Cruz Vermelha

     As mudanças climáticas estão tornando mais difícil para muitas pessoas o acesso à água potável e aos alimentos, além de estarem disseminando doenças como a malária e a dengue, afirmou na segunda-feira a maior agência de ajuda humanitária do mundo.
 

     A Federação Internacional das Sociedades Cruz Vermelha e Crescente Vermelho (IFRC) está pedindo aos doadores da comunidade internacional uma ajuda de US$ 292 milhões por ano para 2008 e 2009 a fim de ajudar várias comunidades a se protegerem contra as ameaças do aquecimento global.
     "A mera resposta (aos eventuais desastres) não é mais suficiente", afirmou Markku Niskala, secretário-geral da federação. O atendimento médico e o enfrentamento de desastres compõem quase 75% do pedido de ajuda.
 
 
     As 186 sociedades nacionais da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho espalhadas pelo mundo prometeram em uma conferência realizada em novembro aumentar a ajuda para os grupos mais vulneráveis às mudanças climáticas.
     O fenômeno, segundo cientistas, está relacionado com as emissões de gases vindas de carros, fábricas e usinas de energia.
 
 
Fonte: Reuters - Terra Notícias


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Amazônia como Monumento da Natureza

     O Conselho Internacional para Monumentos e Sítios, conhecido no mundo pela sigla Icomos, declarou, em sua última reunião realizada em Manaus, Amazonas, no dia 19 de novembro último, que a Amazônia reunia as condições necessárias para ser declarada Monumento da Natureza. Apesar de uma repercussão limitada, receber esse título é de fundamental importância para a região.
Leia a reportagem na íntegra no site Portal do Meio Ambiente (Amazônia como Monumento da Natureza)


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Um ministro perdido na floresta

      Encarregado de uma pasta que visa criar planos "a longo prazo para o país", o ministro Mangabeira Unger esteve essa semana na Amazônia. A idéia era encontrar soluções para os problemas da região, e, integrar a floresta ao restante do país. Nada muito diferente do que o Regime Militar propôs há quarenta anos atrás...
 
     A viagem rendeu polêmicas durante todos os dias. De um lado ambientalistas e pesquisadores enfurecidos com as "propostas" do ministro. Do outro, políticos tentando sugerir diplomaticamente que tudo não passou de "um debate". O ministro queria fazer o país perder o medo de idéias.....
     Fizemos um apanhado das melhores sugestões que surgiram durante a inspirada viagem:
     1 - Transposição dos rios da Amazônia para o Nordeste.
     2 - A adoção do ensino de uma segunda língua - e de uma segunda cultura - para todos os índios.
     3 - Substituir a indústria de montagem da atual Zona Franca de Manaus, por indústrias de transformação. O que pode viabilizar, segundo o ministro, o desenvolvimento sustentável.
     Enquanto o ministro debatia suas propostas, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) lançava um novo alerta. O desmatamento na floresta voltou a ser uma ameaça à região. Será vão surgir novas idéias para tentar resolver esse problema também?
 
Autora: Juliana Arini - Blog do Planeta


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Projeto britânico quer proteger espécies de anfíbios ameaçadas

Segundo ONG, 10 espécies raras da anfíbios correm o risco de desaparecer.
 
     A ONG Sociedade Zoológica de Londres (ZSL, na sigla em inglês) está lançando um programa de conservação ambiental que visa proteger dez espécies raras de anfíbios ameaçadas de extinção.
     Os anfíbios foram selecionados de acordo com um critério que avalia seu grau de distinção evolutiva em relação aos demais e a ameaça de extinção (EDGE, na sigla em inglês).
 
Foto
O sapo-malgaxe incha quando se sente ameaçado (Foto: ZSL/George Sunter)
 
     Entre cem espécies de anfíbios identificadas, a iniciativa pretende angariar fundos para preservar as dez mais ameaçadas, como a salamandra que pode atingir a altura de um ser humano, o sapo colorido que incha ao se sentir ameaçado e o sapo que, segundo alguns ambientalistas, seria o menor do mundo, com apenas 11 milímetros de comprimento.
     "Essas espécies estão sendo esquecidas pelos projetos de conservação atuais e poderão desaparecer se ações não forem tomadas imediatamente", diz a coordenadora do projeto, Helen Meredith.
 
Foto: Jaime Bosch/Divulgação
O anfíbio da espécie Rhinoderma darwinii ocorria no Chile, mas pode já estar extinto. Os machos protegem os filhotes escondendo-os na boca. (Foto: Jaime Bosch/Divulgação)

     "Esses animais não são bonitinhos, mas esperamos que sua aparência bizarra e comportamento estranho inspirem as pessoas a ajudarem na sua preservação."
     Os especialistas explicam que mudanças climáticas, perda do habitat, poluição e doenças são alguns dos fatores responsáveis pelo extermínio de várias espécies de anfíbios em todo o mundo.
     De acordo com os especialistas, metade do total de espécies existentes está em declínio e um terço está ameaçada diretamente de extinção.
Fonte: BBC - G1


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sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Banco Mundial é um dos responsáveis pela devastação da Amazônia, diz ONG

     Brasília, DF
     Por meio do financiamento de projetos de pecuária na região da Amazônia Legal, o Banco Mundial pode estar colaborando com o desmatamento neste local. A afirmação é da Organização Não - Governamental (ONG) Amigos da Terra e está em um relatório elaborado pela ONG. O documento aponta que isto ocorre pela incapacidade de instituições ligadas ao Banco Mundial, de avaliar os prejuízos sociais e ambientais desses projetos.
 
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Financiamento de projetos de pecuária na região da Amazônia Legal seria responsável pelo desmatamento da Amazônia Legal.
 
     A conclusão é de que a área desmatada na Amazônia em 2007 representa 18% de toda a floresta amazônica brasileira. A Amigos da Terra, mostra um crescimento da pecuária na região nos últimos cinco anos, porém, as dimensões dos danos causados por esta produção em grande escala ainda são ignoradas por órgãos do poder público e instituições financeiras. Entre os projetos utilizados para intensificar esta atividade está a construção de abatedouros para o gado.
     O relatório aponta que o alto valor de recursos disponibilizado para grupos exportadores de carne bovina permitiu a construção de mais de 200 abatedouros na Amazônia, porém, apenas 87 deles atuam com legalidade, observando os padrões de preservação da floresta. A explosão da pecuária foi responsável pela emissão de até 12 bilhões de toneladas de Co2, gás causador do efeito estufa.
 
Autor: Gisele Barbieri - Eco Agência /  Radioagência NP - Portal do Meio Ambiente


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Os bois que pastam árvores

     A estatística é assustadora: um em cada três bifes consumidos no país veio da região Norte. Para os carnívoros natos é dificil aceitar. Mas, pesquisadores afirmam que o preço cobrado pelo aumento do consumo nacional de carne tem sido a derrubada da Amazônia. Para constatar essa realidade basta dar uma volta pelas grandes rodovias que cortam a floresta, onde as árvores sumiram e restou um horizonte infinito de pastos. O assunto foi discutida no ano passado pela revista Época, e voltou a ser foco de debates nessa semana.
 
    O relatório O Reino do Gado, produzido pela ong Amigos da Terra, já causou polêmica em todo o mundo. A questão principal são os empréstimos de bancos nacionais que estariam "patrocinando" o aumento descontrolado do gado, e conseqüentemente mais desmatamento. A falta de critérios para recuperação dos 70 milhões de hectares de pastos abandonados também é outro ponto levantado pela ong. Enquanto a polêmica segue, fica a pergunta que não quer calar. Quem está disposto a reduzir o seu consumo de carne para salvar a Amazônia?
 
Autora: Juliana Arini - Blog do Planeta


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E em chuva para o Rio Grande do Sul

Imagem INPE/CPTEC do dia 18 de janeiro de 2008.


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quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Estudo: desmatamento na Amazônia pode aumentar

     O desmatamento da Amazônia aumentará nos próximos anos a menos que os Governos cujos territórios abranjam a floresta ofereçam incentivos econômicos para a preservação do meio ambiente e reformulem seus projetos de integração regional, alertou hoje um relatório do cientista Tim Killeen.
     O trabalho de 109 páginas, elaborado pelo pesquisador do Centro para Ciência de Biodiversidade Aplicada (CABS), ocorre em um momento em que o Governo brasileiro trabalha com novas idéias para o desenvolvimento sustentável da região.
 
Desmatamento também causa a morte de peixes.
Fonte da Imagem aqui
 
     "O desmatamento da Amazônia está ocorrendo não porque haja gente ruim que quer prejudicar o meio ambiente, mas porque o desmatamento gera riqueza. As pessoas desmatam porque querem gerar renda e para muitos é a única maneira de obter dinheiro, mas isso tem que mudar", afirmou Killeen. O pesquisador indicou que é possível "criar incentivos para que as pessoas mudem sua forma de agir e como interagem com os mercados.
     Tem que haver uma mudança no paradigma de desenvolvimento, e podemos começar por aí". "É preciso premiar os esforços de preservação através de incentivos, como créditos tributários e acesso ao crédito", disse. Segundo ele, os Governos também devem promover melhoras em sua forma de lidar com a floresta, projetos de piscicultura e "novos sistemas de produção que não estejam ligados ao desmatamento".
 
Corte ilegal de madeira muitas vezes tem apoio público
Fonte da imagem aqui
 
     Killeen também acredita que o setor privado pode ter um papel importante na preservação da Amazônia, "porque, por exemplo, há uma tremenda oportunidade de gerar renda através do armazenamento de carbono". No relatório "Uma tempestade perfeita na Amazônia: Desenvolvimento e conservação no contexto da Iniciativa para a Integração da Infra-estrutura Regional Sul-Americana (IIRSA)", apresentado hoje em Washington, Killeen analisa o impacto deste projeto na biodiversidade e nas comunidades da região.
     O objetivo do projeto, que reúne os países da América do Sul, é conseguir a integração do continente através da construção de 300 estradas, pontes, hidroelétricas, gasodutos e outras obras de infra-estrutura, ou com projetos como o Gasoduto do Sul, que liga Venezuela à Argentina. "Se não for previsto o impacto total dos investimentos da IIRSA, será desencadeada uma combinação de forças que gerarão uma tempestade perfeita de destruição ambiental", advertiu o relatório.
 
Desmatamento consome a floresta
Fonte da imagem aqui
 
     De acordo com Killeen, a IIRSA foi idealizada sem prestar a devida atenção a seus possíveis impactos ambientais e sociais na Amazônia. Ele alertou que, sem as mudanças necessárias, a iniciativa pode intensificar os fatores de risco para a sobrevivência da Amazônia, entre eles a mudança climática, a exploração madeireira e a poda de florestas para o cultivo da terra.
 
Fonte: EFE - Terra Notícias


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Madagascar: descoberta palmeira gigante "suicida"

Botânicos anunciaram a descoberta em Madagascar de uma espécie de palmeira gigante "suicida", que se autodestrói. A planta é tão grande que pode ser vista em fotos tiradas por satélite.
     A palmeira, que só existe em uma área remota no noroeste da ilha, não se assemelha a nada encontrado antes em Madagascar, que fica na costa sudeste da África.
     Embora moradores de vilarejos conheçam a planta há vários anos, eles nunca a tinham visto produzir flores. Quando isso aconteceu no ano passado, os botânicos descobriram que a árvore gastou tanta energia na criação de flores que morreu.
 
A árvore gastou tanta energia na criação de flores que acabou morrendo (Foto: AP)
 
     Espetacular
     Com 20 m de altura e folhas com 5 m de comprimento, esta é a árvore mais alta do tipo no país. Durante a maior parte de sua vida - estimada em cem anos - a planta não tem uma característica muito distinta, além de seu tamanho.
     Só quando botânicos do Kew Gardens, de Londres, foram informados de seu padrão extraordinário de produzir flores é que começaram a se interessar pela vegetação.
     "É espetacular", disse Mijoro Rakotoarinivo, que trabalha em Kew Gardens e viu a planta.
     "Primeiro há apenas um longo caule como um aspargo no topo da árvore e, então, poucas semanas depois, este caule incomum começa a apodrecer", conta. "No final deste processo, você pode ver algo como uma árvore de Natal."
 
A planta é tão grande que pode ser vista em fotos tiradas por satélite (Foto: AP)
 
     Lugar 'intrigante'
     Os galhos então ficam cobertos de centenas de flores minúsculas, que contêm pólem e se transformam em frutas.
     Mas a árvore gasta tanta energia ao produzir flores que acaba morrendo. John Dransfield, que anunciou a nova descoberta, está intrigado em saber como a árvore cresceu em Madagascar.
     A planta da ilha na costa africana tem alguma semelhança com uma palmeira encontrada na Ásia, a uma distância de 6 mil km.
     É possível que a palmeira, da qual existem menos de cem exemplares, tenha passado por uma notável evolução desde que Madagascar se separou da Índia, há cerca de 80 milhões de anos.
     Espera-se agora que a planta seja conservada e que a venda de suas sementes possa produzir renda para o povo que vive nas suas proximidades.
 
Fonte: Jonny Hogg - BBC Brasil - Terra Notícias


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terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Radiação UV para 15 de janeiro de 2008

 
Fonte: CPTEC - INPE


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segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Inpe: 2008 estará entre os anos mais quentes

     O cenário das chuvas, principalmente para o Sudeste do Brasil, preocupa. Esta é a análise dos meteorologistas do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (Cptec), órgão do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que estima 2008 como um dos anos mais quentes. A anomalia climática La Niña, indicada por um resfriamento nas águas equatoriais do Oceano Pacífico, atingiu o ápice em dezembro e deverá entrar em declínio nos próximos meses, amenizando a estiagem no Sul do País.
     O meteorologista do Cptec, Lincoln Muniz, tem acompanhado diariamente os baixos índices pluviométricos sobre boa parte do território nacional. As chuvas que deveriam começar a partir de outubro aconteceram abaixo da média histórica e para agravar ainda mais o quadro, a estiagem tem tomado conta do clima desde novembro até o momento. Esse padrão só foi rompido no último fim-de-semana, quando uma frente fria subiu da região Sul e chegou até o Sudeste trazendo chuva e nebulosidade.
     "O Sudeste é uma região muito difícil de fazer previsões, esse baixo índice de chuvas ocorreu também em fevereiro do ano passado", analisa. "A componente climatológica do La Niña não influencia essa parte do Brasil, ela é mais presente no Sul e no Nordeste. O índice pluviométrico está bem fora da curva dos padrões históricos. O quadro é preocupante."
 
 
     Mesmo com a chegada do ponto máximo de atividade do La Niña, que esfriou nos últimos dias de menos -0,5ºC até -3ºC a Temperatura da Superfície do Mar (TSM), a anomalia continuará a bloquear a entrada de frentes frias carregadas com ar úmido vindas da região polar em direção ao continente.
 
     Efeito tampão
     O La Niña provoca o efeito tampão, criando uma imensa massa de ar seco estacionada sobre a área que envolve parte da Argentina, Uruguai e Rio Grande Sul. A conseqüência é o desvio para o oceano dos sistemas capazes de provocar chuvas.
     No Sudeste brasileiro houve durante novembro e dezembro um bloqueio continental, formado por um bolsão de ar quente e seco, que ganhou força com o passar dos dias. Esse sistema, denominado centro de alta pressão, além de evitar a formação de nuvens de chuvas impediu a passagem de frentes frias em direção ao Nordeste, também causando a estiagem a essa porção do país, contrariando uma tendência do La Niña de levar chuva ao semi-árido.
     "O prognóstico é termos chuvas abaixo da média para o Sul e Sudeste, com um agravamento na estiagem no norte de Minas Gerais e sul da Bahia entre fevereiro e março, mas as previsões para o Sudeste são muito difíceis de serem feitas", ressaltou o cientista.
 
Fonte: Júlio Ottoboni  - JB Online - Terra Notícias


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Governo chinês investirá contra poluição das águas

     O governo chinês decidiu realizar um grande investimento a longo prazo para o estudo e desenvolvimento de tecnologias que permitam o tratamento das águas poluídas do país, informou hoje a agência estatal Xinhua.
     Segundo Zhao Yingmin, alto cargo da Administração Estatal para a Proteção Ambiental, o Conselho de Estado (Executivo) aprovou três programas de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias que durarão até 2020, embora não tenha informado o custo dos programas.
 
Corrigir a degradação ambiental, como a poluição do ar e da água, é uma das principais prioridades do Governo chinês antes dos Jogos Olímpicos de 2008. A poluição ambiental é apontada como o primeiro obstáculo à estabilidade económica e social do país. Estima-se que em 2020 a quantidade de lixo acumulada pela China atinja os 400 milhões de toneladas, o equivalente ao volume produzido em todo o mundo em 1997 (Fonte: Lusa / Sol)
 
     A administração anunciou no ano passado que 26% das águas chinesas são "totalmente inúteis", que 62% não são apropriadas para a fauna aquática e que 90% dos rios que atravessam cidades na China estão poluídos.
     As sete grandes redes hídricas do país, incluindo as dos dois rios mais longos, o Yang Tsé e o Amarelo, continuam poluídas, sem registros de que a qualidade de suas águas esteja melhorando.
 
 
Fonte: EFE - Terra Notícias
 


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