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quinta-feira, 26 de abril de 2007
Descoberto fóssil da árvore mais antiga do mundo
Caçadores de fósseis americanos encontraram a mais antiga árvore conhecida, semelhante a uma palmeira gigante, da espécie denominada Wattieza, que viveu 380 milhões de anos atrás. Sua descoberta resolve um enigma que consumia os paleobotânicos há 137 anos e lança luz sobre como as florestas esculpiram lentamente, mas poderosamente, a paisagem terrestre, informaram os exploradores.
Pedaços de Wattieza já haviam sido encontrados antes, mas as novas descobertas confirmam sua impressionante semelhança com a samambaia moderna. Ela tinha um tronco fino, semelhante ao de uma palmeira, e no topo, um tufo de frondes (folha de palmeira), um sistema que, de forma inteligente, conservava os recursos para promover o crescimento vertical de forma que a árvore pudesse se destacar entre as copas das outras árvores e captar luz solar.
Ela tinha apenas um pequeno sistema de raiz, se reproduzia através de esporos e provavelmente chegava aos 10 m de altura quando adulta. A Wattieza se originou no período Devoniano Médio, de 397 a 385 milhões de anos atrás, que foi uma época crítica na evolução das primeiras plantas terrestres.
Quando estes espécimes de Wattieza viviam, a vida terrestre na região se limitava a pequenos artrópodes, um filo animal que inclui insetos, aranhas e crustáceos. "As árvores precederam os dinossauros em 140 milhões de anos", explicou o paleontólogo Ed Landing, um dos autores do artigo. "Não havia nada voando, nem répteis, nem anfíbios" no mundo, acrescentou.
O artigo será publicado na edição desta quinta-feira da revista científica britânica Nature. Em junho de 2004, Linda VanAller Hernick e Frank Mannolini, do Museu do Estado de Nova York, encontraram a coroa fossilizada de uma enorme árvore em uma mina de calcário de Nova York que já foi um sítio abundante de fósseis de plantas e artrópodes.
Correndo contra o relógio, já que a mina estava prestes a ser explorada para retirar pedras para o conserto de rodovias, os dois utilizaram uma serra industrial, uma picape e uma grua para extrair o espécime de 200 kg.
Depois de obter autorização para continuar explorando o local, no ano seguinte os cientistas escavaram um tronco de árvore da mesma espécie, retirando-o fragmento por fragmento e montando-o como se fosse um quebra-cabeça fossilizado de 8 m. A dupla descreveu os espécimes em seu artigo como simplesmente "espetaculares".
domingo, 18 de março de 2007
Mudanças Climáticas
Atento aos estudos sobre os impactos das mudanças climáticas globais, o geógrafo Aziz Ab'Sáber, 83, concorda com a tese de que o homem está aquecendo o planeta. Mas, quando o assunto é o impacto da nova realidade climática nos biomas brasileiros, a tese do pesquisador contraria as previsões recentes dos cientistas. "A tendência no caso das matas atlânticas e da Amazônia é que elas cresçam e não que sejam reduzidas", disse o pesquisador, em entrevista à Folha.
Para ele, a região conhecida como mata atlântica na verdade é formada por três biomas: as matas, o planalto das araucárias e as pradarias mistas, que ocorrem apenas no Sul. O geógrafo afirma ser impossível o fato de um estudo apresentado no Rio de Janeiro no início da semana ter previsto que o aquecimento global poderá reduzir em até 60% a mata atlântica brasileira. Para Ab'Sáber, muitos cientistas estão esquecendo de considerar as correntes marítimas brasileiras. "Elas vão continuar mais ou menos como hoje." Se isso ocorrer, explica Ab'Sáber, o chamado ótimo climático, registrado entre 5.000 e 6.000 anos atrás, vai se repetir, não de causa natural, mas por causa antrópica. "Quem não conhece o conceito de ótimo climático vai inverter a situação. Há 6.000 anos, a umidade mais alta nos mares foi fundamental para manter as florestas atlânticas."
Para Ab"Sáber, as causas que permitiram a "retropicalizaçã o" do Brasil depois do último período de glaciação serão apenas reforçadas agora. "As correntes marítimas de água quente, na atualidade, migram até o sul do Brasil a partir da região equatorial. Desconsiderar isso implica errar tudo". Além disso, segundo o geógrafo, é preciso que as pessoas "leiam o passado". Principalmente no intervalo de tempo que começou há 11 mil anos. "É preciso saber que, quando o mar esteve 95 metros mais baixo do que é hoje, no último período de glaciação, a corrente fria que nós chamamos das Malvinas (ou de Falklands também, para não brigar com os cartógrafos), vinha até além da Bahia. Ela não deixava passar os ventos úmidos para dentro do continente. Climas frios se estabeleceram. Ela era uma barragem para penetração de ventos marítimos", ressalta. Segundo Ab'Sáber, o fenômeno era a semelhante ao que ocorre hoje na costa do Pacífico, entre o Chile e o Peru. "Lá a corrente é fria e toda a região costeira é semidesértica. "
Com o aumento do nível do mar -entre 5.000 e 6.000 anos ele esteve três metros acima do que está hoje-, a corrente quente chegou ao sul do Brasil, onde ainda está hoje. "Ela levou consigo uma umidade que permitiu a formação de florestas costeiras até perto de Porto Alegre, que seguiu depois pela serra Gaúcha desde a cidade de Taquara até além da cidade de Santa Maria."
No caso da Amazônia, principalmente na região oriental, as previsões dos cientistas, segundo o professor da USP, também estão erradas. "Todos falaram que a floresta vai diminuir e ganhar cerrado. O aquecimento global não vai destruir floresta. No máximo, vai haver uma nova delimitação nos bordos da Amazônia. Novos minibiomas vão entrar, até pode ser o cerrado. É certo que vamos continuar com grandes florestas a oeste, porque o regime de chuvas não será muito alterado." Uma concordância com a maior parte dos estudos. Para o geógrafo da USP é realmente preciso ter cuidado com as zonas litorâneas, porque o mar de fato vai subir.
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Impactos da mudança do clima associado ao desmatamento da Amazônia
Hipótese é de que o aumento do desmatamento e da concentração
de gases do efeito estufa possa mudar o clima da Amazônia e afetar
sensivelmente o transporte de umidade para a Bacia do Prata
de gases do efeito estufa possa mudar o clima da Amazônia e afetar
sensivelmente o transporte de umidade para a Bacia do Prata
Especialistas em meteorologia, ligados ao Programa LBA e a outros projetos internacionais de pesquisa, têm agora fortes razões para acreditar que a mudança de clima, em conseqüência do desmatamento amazônico esteja afetando o regime de chuvas em toda a América do Sul, inclusive na Bacia do Prata. A fumaça das queimadas também estaria alcançando o sul do continente.
Os indícios vieram com a execução da etapa brasileira do projeto SALLJEX (SouthAmerican Low-Level Jet Experiment). Entre dezembro de 2002 e fevereiro de 2003, pesquisadores lançaram cerca de 700 balões parecidos com os de festas infantis no céu da Amazônia. Alguns balões carregavam sensores para medir pressão atmosférica, temperatura, umidade do ar e velocidade dos ventos.
Os resultados - registrados no Brasil, na Bolívia, na Argentina e no Paraguai por 50 pesquisadores brasileiros, bolivianos, argentinos, paraguaios, uruguaios, chilenos, peruanos e norte-americanos - mostraram as trajetórias e as características dos chamados "jatos de baixos níveis" da América do Sul.
Segundo o professor José Antonio Marengo Orsini, do Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) e coordenador do trabalho, os jatos podem ser comparados a "rios voadores" que carregam umidade do norte para o sul do continente. Localizam-se nas camadas mais baixas da atmosfera (até 3 quilômetros de altura) e deslocam-se com velocidades de até 50 quilômetros por hora.
Identificados na década de 1960 (vide Box abaixo), os jatos de baixos níveis são formados pelos ventos alísios do oceano Atlântico, que invadem o território brasileiro pela ponta nordeste da Amazônia.
Sobre a Amazônia os jatos absorvem muito vapor d'água, liberado pelas folhas da floresta por meio da transpiração. Ao chegarem à fronteira do Acre com a Bolívia encontram a cordilheira dos Andes, que funciona como um acelerador e uma barreira: desvia os jatos para o sul e, ao mesmo tempo, aumenta sua velocidade.
Os jatos seguem então sobre os estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e São Paulo mas, ao atingirem a bacia do Prata, interagem com o relevo e com frentes frias nascidas no pólo Sul, formando enormes nuvens conhecidas por Complexos Convectivos de Mesoescala. Estas formações são muito espessas, atingem 18 quilômetros de altitude e mil quilômetros de diâmetro, e têm um ciclo de vida de até 36 horas. Surgindo em geral durante a noite, são responsáveis por tempestades, raios e relâmpagos, no sul do país e no norte da Argentina e do Paraguai, em especial no verão.
Pode-se dizer, grosso modo, que quando começa a ventar forte na Amazônia vai chover muito para os lados do Sul. Há uma relação direta entre os jatos que, a partir da Região Norte cruzam o país rumo ao sul, a leste dos Andes, e as chuvas que caem na bacia do Prata, vasta área que, além de São Paulo e dos estados sulinos, abrange o Uruguai e o norte da Argentina e do Paraguai.
Infelizmente os jatos de baixos níveis quase não apareciam nos boletins do tempo, pois existem poucas estações de observação na Região Norte do país (a Organização Meteorológica Mundial recomenda uma estação a cada 500 quilômetros, mas na Amazônia a distância pode chegar a mil quilômetros). Com menos registros de jatos torna-se mais difícil a previsão de tempestades no Prata. Após o experimento de campo SALLJEX os jatos de baixos níveis passaram a ser mencionados nas previsões, especialmente no verão e na primavera, associados a intensas chuvas no sul do Brasil e norte da Argentina.
Os jatos como vetores de fumaça
Mas os jatos que trazem chuvas podem, no entanto, transportar componentes bem mais nocivos do que água como, por exemplo, a fumaça das queimadas amazônicas. Indícios desse fenômeno já foram relatados em artigos científicos do professor Marengo em revistas como a Climate Dynamics, o Journal of Geophysical Research, a Revista Brasileira de Meteorologia e o Journal of Climate.
Os cientistas temem que o aumento do desmatamento reduza os volumes de vapor d'água que a vegetação da Amazônia libera na atmosfera em tão alta escala que chegue a afetar o transporte de umidade para a bacia do Prata pelos jatos de baixos níveis. Isso teria reflexo direto sobre as estações chuvosas, embora ainda não haja como quantificar essa mudança.
Só no "ano agrícola" de 2003-2004, foram desmatados 26.130 quilômetros quadrados da Floresta Amazônica, o segundo maior índice da série histórica, criada em 1988. Em outras palavras: o equivalente a um estado de Alagoas virou fumaça. Em queimadas desse porte grandes volumes de gases, como monóxido de carbono e ozônio, são liberados na atmosfera, a ponto de tornar o clima mais seco e as temperaturas mais altas.
Com os jatos de baixos níveis, poeira e gases de queimadas amazônicas podem atingir mesmo quem vive no Sul ou Sudeste do país e até em países vizinhos. A emissão de fumaça é local, mas o impacto é global. Além disso, os gases das queimadas disputam com o vapor d'água o transporte nos jatos, que se tornam menos caudalosos.
Indícios preocupantes
Os dados disponíveis mostram que as possíveis alterações no clima da Região Sul podem ser significativas. Segundo o INPE, em 2002 (janeiro) a quantidade média de chuvas nos estados do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina era de 100 a 150 milímetros. Em 2003 a média foi mantida, mas numa longa faixa no sul gaúcho o índice caiu para 50-100 milímetros. No ano seguinte, os dois estados registraram chuvas totais de 50-100 milímetros no período, e no noroeste gaúcho o volume não passou de 25-50 milímetros.
Em anos posteriores a situação melhorou, mesmo porque os jatos de baixos níveis não são os únicos responsáveis pelas chuvas, associadas também às massas de ar frio do pólo Sul, às correntes marítimas, e ao fenômeno meteorológico El Niño. Mas a redução não deixou de ser preocupante.
De fato a economia da bacia do Prata depende da agricultura e da pecuária, ou seja, de chuva. Entre 2004 e 2005 a safra da Região Sul caiu de cerca 49 para 45 milhões de toneladas. Teme-se que entre as causas, além da variabilidade natural do clima, estejam as queimadas da Amazônia, já que a área cultivada manteve-se estável.
As variações do regime de chuvas pedem o aprofundamento dos estudos sobre os jatos de baixos níveis. Para o professor Marengo, esse trabalho ajudaria a estimar impactos do desmatamento da Floresta Amazônica sobre o clima no sul da América Latina, além de melhorar a previsão do tempo nessas áreas.
| Os jatos de baixos níveis O transporte de umidade por jatos de baixos níveis começou a ser estudado há 40 anos, quando o norte-americano William Bonner relacionou os jatos do golfo do México ao clima úmido das planícies centrais dos Estados Unidos. Pouco depois o alemão Gordon Gutman, que vivia na Argentina, identificou ventos semelhantes deslocando-se ao longo dos Andes. Finalmente o tanzaniano Hassan Virji, radicado nos Estados Unidos, demonstrou a existência dos jatos também na América do Sul, no início dos anos 80. Numa experiência comprovatória, iniciada em 19 de janeiro de 2003, em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, um avião americano da National Oceanic and Atmospheric Administration e balões de coleta de dados detectaram jatos de baixos níveis em quantidade elevada, deslocando-se a cerca de 40 quilômetros por hora. No dia seguinte estavam a 50 km/h. Um dia depois enormes nuvens cobriam os céus da Argentina e do Paraguai - eram os Complexos Convectivos de Mesoescala. Fortes tempestades atingiram os dois países nos dias 22 e 23 de janeiro. Todo o processo foi registrado, desde a Amazônia até a Bacia do Prata. O SALLJEX (SouthAmerican Low-Level Jet Experiment) faz parte do Programa Internacional de Variabilidade do Sistema de Monção da América (VAMOS, Variability of American Monsoon System), financiado pelo Programa Internacional de Variabilidade e Previsibilidade de Clima (CLIVAR, Climate Variability and Predictability), associado à Organização Meteorológica Mundial. |
Professor Doutor José Antonio Marengo Orsini
Especialidade: Meteorologia. Atua na área de variabilidade e mudanças climáticas.
Site: http://lba.cptec.inpe.br/lba/site/?p=jatos&t=0
Especialidade: Meteorologia. Atua na área de variabilidade e mudanças climáticas.
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quarta-feira, 14 de março de 2007
ONU: Brasil é o maior desmatador da América do Sul
Um relatório da agência da Organização das Nações Unidas (ONU) para a Agricultura e a Alimentação (FAO) publicado nesta terça-feira indica que o Brasil continua como maior desmatador da América do Sul e responde por 73% das perdas florestais na região. O documento diz que o país registrou um aumento na taxa anual entre 2000 e 2005, em comparação com o período anterior, 1990 a 2000. As perdas anuais passaram de 0,5% a 0,6% da cobertura florestal brasileira.
Um relatório da agência da Organização das Nações Unidas (ONU) para a Agricultura e a Alimentação (FAO) publicado nesta terça-feira indica que o Brasil continua como maior desmatador da América do Sul e responde por 73% das perdas florestais na região. O documento diz que o país registrou um aumento na taxa anual entre 2000 e 2005, em comparação com o período anterior, 1990 a 2000. As perdas anuais passaram de 0,5% a 0,6% da cobertura florestal brasileira.
Em números absolutos, de acordo com a FAO, foram desmatados mais de 31 mil quilômetros quadrados por ano no Brasil entre 2000 e 2005. Em toda a América do Sul, o total desflorestado foi de 42 mil quilômetros quadrados por ano. Segundo dados da Embrapa, o Brasil tem cerca de 68% do total de florestas na América do Sul.
Ainda assim, o vice-diretor-geral para Florestas da FAO, Jan Heino, disse à BBC Brasil que acredita que o Brasil pode mudar esse cenário rapidamente e citou a plantação de florestas como um exemplo de sucesso.
"O País fez um progresso notável e está entre os mais avançados do mundo nas técnicas de plantio de novas florestas para substituir colheitas", afirmou Heino. O representante da FAO salientou que, só em 2010, quando o próximo relatório sobre o assunto for publicado, é que ficará claro se o otimismo dele sobre o Brasil é justificado.
No mundo
As taxas globais de desflorestamento caíram, segundo a agência da ONU, mas isso graças ao desempenho de alguns países, principalmente na Europa, e da China, que também registrou um aumento na área florestal. A América do Sul e o Caribe, por outro lado, são as regiões que tiveram as maiores perdas.
As taxas globais de desflorestamento caíram, segundo a agência da ONU, mas isso graças ao desempenho de alguns países, principalmente na Europa, e da China, que também registrou um aumento na área florestal. A América do Sul e o Caribe, por outro lado, são as regiões que tiveram as maiores perdas.
Essa área concentra quase metade das florestas do planeta e registrou um aumento nas taxas de desflorestamento entre 2000 e 2005, passando de 0,46 % a 0,51%, segundo o relatório. Já a África, que responde por 16% da cobertura florestal do mundo, perdeu 9% das suas florestas no mesmo período.
Eric Brücher Camara - BBC Brasil
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sábado, 24 de fevereiro de 2007
Aquecimento Global: o janeiro mais quente
O mês de janeiro foi o mais quente já registrado, com temperaturas, sobre a terra firme, quatro graus superiores à média. Cientistas atribuem a variação ao aquecimento global e, possivelmente, ao fenômeno El Niño. Estes níveis de elevação representam um recorde em relação à taxa máxima anterior, registrada em 2002, superando-a em 0,56 grau, o que, segundo peqsuisadores, é muito - normalmente, esses recordes são quebrados por centésimos, não décimos, de grau.
Já a temperatura combinada das massas de terra e dos oceanos superou a média em 0,96º C, quebrando o recorde anterior em mais de um quarto de grau. Os cientistas chegaram à conclusão de que, em janeiro de 2007, ocorreu o maior salto em direção ao aquecimento global em 10 anos.
Fonte: Meio Ambiente Urgente
Link: http://www.meioambienteurgente.blogger.com.br/
Já a temperatura combinada das massas de terra e dos oceanos superou a média em 0,96º C, quebrando o recorde anterior em mais de um quarto de grau. Os cientistas chegaram à conclusão de que, em janeiro de 2007, ocorreu o maior salto em direção ao aquecimento global em 10 anos.
Fonte: Meio Ambiente Urgente
Link: http://www.meioambienteurgente.blogger.com.br/
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Amazônia Ilegal
O dilema do Brasil: permitir que a destruição ampla - e lucrativa - da floresta tropical continue ou intensificar iniciativas de preservação.
No tempo em que você levará para ler esta reportagem, uma área de floresta equivalente a 150 campos de futebol terá desaparecido. As forças do mercado globalizado estão invadindo a Amazônia, acelerando a destruição. Nas últimas três décadas, contam-se às centenas as pessoas que morreram em conflitos por terras; um número incontável de outras vive sob o império do medo e da incerteza, com as vidas ameaçadas. Nessa fronteira agrícola sem lei e dominada por armas, motosserras e tratores, os funcionários e agentes do governo podem ser corruptos e ineficazes ou então mal equipados e desprovidos de recursos. Agora, produtores de soja estão se juntando aos madeireiros e aos criadores de gado, intensificando o desmatamento e fragmentando ainda mais a imensa floresta tropical do Brasil.
Ao longo dos últimos 40 anos, quase 20% da floresta amazônica foi derrubada - mais que em todos os 450 anos anteriores de colonização do país. Os cientistas temem que outros 20% das árvores sejam eliminados nas próximas duas décadas. Será o início do colapso ecológico da floresta. Intacta, a Amazônia responde por metade de toda a chuva que cai na região, graças à umidade que libera na atmosfera. Com o fim de parte dessas precipitações devido ao desmatamento, podemos chegar a um ponto em que as árvores remanescentes vão morrer por falta de umidade. Se tal processo for intensificado pelo aquecimento global, secas violentas irão abrir as portas a incêndios capazes de consumir ainda mais a floresta. Em 2005, uma dessas secas reduziu em até 15 metros o nível dos rios e deixou isoladas centenas de comunidades. Ao mesmo tempo, como as árvores estão sendo queimadas para abrir novas áreas de cultivo nos estados do Pará, Mato Grosso, Acre e Rondônia, o país tornou-se um dos maiores emissores em todo o mundo de gases que contribuem para o efeito estufa. Os sinais da tragédia já são visíveis por toda a parte.
Fonte: National Geografic Brasil
Link: http://nationalgeographic.abril.uol.com.br/ng/edicoes/82/reportagens/mt_200360.shtml
Ao longo dos últimos 40 anos, quase 20% da floresta amazônica foi derrubada - mais que em todos os 450 anos anteriores de colonização do país. Os cientistas temem que outros 20% das árvores sejam eliminados nas próximas duas décadas. Será o início do colapso ecológico da floresta. Intacta, a Amazônia responde por metade de toda a chuva que cai na região, graças à umidade que libera na atmosfera. Com o fim de parte dessas precipitações devido ao desmatamento, podemos chegar a um ponto em que as árvores remanescentes vão morrer por falta de umidade. Se tal processo for intensificado pelo aquecimento global, secas violentas irão abrir as portas a incêndios capazes de consumir ainda mais a floresta. Em 2005, uma dessas secas reduziu em até 15 metros o nível dos rios e deixou isoladas centenas de comunidades. Ao mesmo tempo, como as árvores estão sendo queimadas para abrir novas áreas de cultivo nos estados do Pará, Mato Grosso, Acre e Rondônia, o país tornou-se um dos maiores emissores em todo o mundo de gases que contribuem para o efeito estufa. Os sinais da tragédia já são visíveis por toda a parte.
Fonte: National Geografic Brasil
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domingo, 30 de julho de 2006
Trabalhos & Projetos
- Elaboração, coordenação e desenvolvimento de Programas de Educação Ambiental;
- Realização de palestras e cursos de capacitação em Educação Ambiental;
- Implementação de estudos e projetos na área ambiental;
- Desenvolvimento de atividades ligadas à Triagem e Compostagem de Resíduos Sólidos;
- Elaboração de programas e campanhas de segregação de resíduos sólidos;
- Implantação e manutenção em planos de arborização;
- Assessoria em ajardinamento e projetos paisagísticos;
- Consultoria e desenvolvimento de hortos florestais;
- Elaboração do Planos e Relatórios Ambientais;
- Elaboração de Avaliações de Impactos Ambientais;
- Assessoria e consusltoria em Licenciamento Ambiental;
- Desenvolvimento de trilhas e atividades em Ecoturismo e Turismo de Aventura - modalidade Terra/Caminhadas;
- Capacitação de recursos humanos para atuação no Ecoturismo;
- Demais serviços ligados a área do meio ambiente e desenvolvimento sustentável.
- Realização de palestras e cursos de capacitação em Educação Ambiental;
- Implementação de estudos e projetos na área ambiental;
- Desenvolvimento de atividades ligadas à Triagem e Compostagem de Resíduos Sólidos;
- Elaboração de programas e campanhas de segregação de resíduos sólidos;
- Implantação e manutenção em planos de arborização;
- Assessoria em ajardinamento e projetos paisagísticos;
- Consultoria e desenvolvimento de hortos florestais;
- Elaboração do Planos e Relatórios Ambientais;
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- Assessoria e consusltoria em Licenciamento Ambiental;
- Desenvolvimento de trilhas e atividades em Ecoturismo e Turismo de Aventura - modalidade Terra/Caminhadas;
- Capacitação de recursos humanos para atuação no Ecoturismo;
- Demais serviços ligados a área do meio ambiente e desenvolvimento sustentável.
Curriculum Vitae
1- DADOS DE IDENTIFICAÇÃO:
1.1- Nome: Wilson Junior Weschenfelder
1.2- Data de Nascimento: 09/04/1975
2- FORMAÇÃO ACADÊMICA
Unidade de Ensino: Universidade de Santa Cruz do Sul
Início: Março de 1999 a Julho de 2005
Curso: Ciências Biológicas Bacharel em Ecologia
Unidade de Ensino: Universidade de Santa Cruz do Sul
Início: Agosto de 2005 e conclusão em Março de 2007
Curso: Especialização em Licenciamento Ambiental
Unidade de Ensino: Universidade de Santa Cruz do Sul
Início: Março de 2007 e conclusão em Dezembro de 2008
Curso: Mestrado em Desenvolvimento Regional
3- ATUAÇÃO EM CURSOS:
3.1- Como Docente:
Unidade: Escola Municipal Agrícola, Florestal e Ambiental de Ilópolis/RS (2001)
Área de atuação: Professor de Educação Ambiental
Unidade: Secretaria Municipal de Educação de Santa Cruz do Sul/RS (2006)
Área de atuação: Ministrante de Oficina "Homem x Meio Ambiente: uma equação a redefinir"
3.2- Como Discente:
Curso: Técnicas de Projeto e Feira de Ciências
Órgão Promotor: SMEC; duração: 08 horas; local: Venâncio Aires/RS
Curso: Sistemas e Métodos de Limpeza Urbana
Órgão Promotor: ABES; duração: 20 horas; local: Porto Alegre/RS
Curso: Microbiologia no Tratamento de Efluentes
Órgão Promotor: UNISC;duração: 08 horas; local: Santa Cruz do Sul/RS
Curso: Educação Ambiental, Gestão e Sustentabilidade de Bacias Hidrográficas.
Órgão Promotor: UNISC; duração: 20 horas; local: Santa Cruz de Sul/RS
Curso: A Educação Ambiental na Gestão Municipal
Órgão Promotor: FAMURS; duração: 26 horas; local: Porto Alegre/RS
Curso: Ciências – 5ª a 8ª séries
Órgão Promotor: SMEC; duração: 22 horas; local: Venâncio Aires/RS
Curso: Biologia Marinha
Órgão promotor: UNISC; duração: 40 horas; local: Porto Belo/SC
Curso: Educação Ambiental Vivenciada
Órgão promotor: UFRGS/UNIVATES; duração: 40 horas;local: Lajeado/RS
Curso: Biologia no Pantanal
Órgão promotor: UNISC; duração: 40 horas; local: Pantanal/MT
Curso: Educador Ambiental
Órgão promotor: Ministério do Meio Ambiente; duração: 40 horas; local: Ilópolis/RS
Curso: Socorrista, Emergência e Trauma
Órgão promotor: Fênix Trein. e Assessoria; duração: 4 horas; local: Ilópolis/RS
Mini-Curso: Identificação de árvores do Sul do Brasil
Órgão promotor: Soc. Botânica do Brasil; duração 10 horas; local Santa Cruz do Sul/RS
Mini-Curso: 2003: Cinqüenta anos da dupla hélice do DNA
Órgão promotor: UNisc; Duração: 04 horas; local: Santa Cruz do Sul/RS
Curso: Instrutor de Turismo de Aventura
Órgão promotor: SENAC; duração 120 horas; local Porto Alegre/RS
Curso: Licenciamento Ambiental e Práticas Administrativas Municipais
Órgão promotor: EGP Famurs; duração 16 horas; local Porto Alegre/RS
4- EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL NA ÁREA AMBIENTAL
Empresa: Prefeitura Municipal de Venâncio Aires – Departamento de Meio Ambiente
Função: Coordenador de Educação Ambiental (março de 1999 a dezembro de 2000)
Empresa: Prefeitura Municipal de Ilópolis
Função: Coordenador do Dpto. de Meio Ambiente e Prof° de Educação Ambiental (abril de 2001 a dezembro de 2001)
Empresa: Prefeitura Municipal de Venâncio Aires - Departamento de Meio Ambiente
Função: Estagiário CIE-E (março de 2003 a abril de 2004)
Empresa: Prefeitura Municipal de Venâncio Aires – Secretaria de Meio Ambiente
Função:Estagiário CIEE como Auxiliar em Licenciamentos e Projetos Ambientais (fevereiro de 2005 a 30 de junho de 2005)
Empresa: Prefeitura Municipal de Venâncio Aires
Função: Chefe de Setor (julho de 2005 a outubro de 2006)
Empresa: Expedição Jamboo Agência de Turismo - Tramandaí
Função: Assessoria (janeiro e fevereiro de 2007)
5- PARTICIPAÇÃO EM SEMINÁRIOS, CONGRESSOS, ENCONTROS E EVENTOS.
II Seminário Estadual de Turismo Ecológico (1998)
Órgão Promotor: Secretaria de Estado de Turismo - Local: Bento Gonçalves/RS
II Fórum Regional da Cultura (1998)
Órgão Promotor: Secretaria de Cultura, Desp., Turismo e Lazer - Local: V. Aires/RS
II Seminário do Programa Agente Comunitário de Saúde (2000)
Órgão Promotor: Programa Agente Comunitário de Saúde - Local: Venâncio Aires/RS
Ministrante da Palestra: “O apoio do Agente Comunitário de Saúde na campanha de Coleta Seletiva de Lixo”.
Seminário Regional de Educação Ambiental: Ética e Cotidiano (2000)
Órgão Promotor: UNISC - Local: Santa Cruz do Sul/RS
51º Congresso Nacional de Botânica (2000)
Órgão Promotor: Sociedade Botânica do Brasil - Local: Brasília/DF
I Encontro de Biólogos da Região Centro (2000)
Órgão Promotor: Universidade Luterana do Brasil – Local: Cachoeira do Sul/RS
2º Encontro de Biólogos do MERCOSUL, 5º Encontro de Biólogos da Região Sul e 2º ENAB – Fórum Nacional dos Cursos de Ciências Biológicas (2000)
Órgão Promotor: Conselho Regional de Biologia - Local: Florianópolis/SC
Participação: Apresentador do trabalho “Relatos Preliminares de Experiências com Clube de Educação Ambiental”.
V Seminário Estadual de Turismo Ecológico (2001)
Órgão Promotor: Secretaria de Estado de Turismo - Local: Encantado/RS
VII Seminário de Iniciação Científica e VI Jornada de Ensino, Pesq. e Extensão (2001)
Órgão Promotor: UNISC - Local: Santa Cruz do Sul/RS
Participação: Apresentador do trabalho “Relatos de Experiências com Clube de Educação Ambiental”.
II Jornada da Água no Vale do Taquari (2001)
Órgão promotor: EMATER/RS - Local: Muçum/RS
III Seminário Regional de Educação Ambiental: Lixo & Sustentabilidade (2002)
Órgão Promotor: UNISC - Local: Santa Cruz do Sul/RS
Participação: Apresentador do painel “Educação Ambiental como disciplina no Ensino Fundamental: relatos de experiência em Ilópolis/RS”.
53.º Congresso Nacional de Botânica e 25.ª Reunião Nordestina de Botânica (2002)
Órgão Promotor: Sociedade Botânica do Brasil/Seção Pernambuco - Local: Recife/PE
Participação: Apresentador do painel “Ensinando Botânica através da Dendrocirurgia” e “O aprendizado de Botânica através do uso de chaves de identificação: uma experiência em Ilópolis/RS”.
VIII Seminário de Iniciação Científica e VII Jornada de Ensino, Pesq. e Extensão (2002)
Órgão Promotor: UNISC - Local: Santa Cruz do Sul/RS
Participação: Apresentador do painel “Resultados preliminares da utilização de chave de identificação de árvores através do estudo da morfologia foliar externa”.
XI Encontro de Botânicos do Rio Grande do Sul e III Encontro de Herbários (2002)
Órgão Promotor: Sociedade Botânica do Brasil/Seção RS - Local: Sta Cruz do Sul/RS
Participação: Congressista
IV Seminário Regional de Educação Ambiental (2002)
Órgão Promotor: UNISC - Local: Santa Cruz do Sul/RS
Participação: Apresentador do painel “Estudando as árvores do Rio Grande do Sul através do jogo de cartas”.
1ª Conferência Regional das Cidades (2003)
Órgão Promotor: Prefeitura Municipal de Venâncio Aires - Local: Venâncio Aires/RS
Participação: Painelista com o tema “Saneamento Ambiental”
1ª Conferência Microrregional de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável (2003)
Órgão Promotor: Prefeitura Municipal de Venâncio Aires - Local: Venâncio Aires/RS
XXV Congresso Brasileiro de Zoologia (2004)
Órgão Promotor: Sociedade Brasileira de Zoologia - Local: Brasília/DF
Participação: Congressista
Encontro Regional de Estudantes de Biologia da Região Sul (2004)
Órgão Promotor: CODABIO/PUCRS - Local: Barra do Ribeiro/RS
55º Congresso Nacional de Botânica e 26º Encontro Nacional de Botânicos (2004)
Órgão Promotor: Sociedade Brasileira de Botânica - Local: Viçosa/MG
Participação: Apresentador dos painéis “Diagnóstico preliminar da arborização pública do município de Venâncio Aires/RS” e “Estudando as árvores do Rio Grande do Sul através do jogo de cartas”.
X Seminário de Iniciação Científica e IX Jornada de Ensino, Pesq. e Extensão (2004)
Órgão Promotor: UNISC - Local: Santa Cruz do Sul/RS
Participação: Apresentador do painel “Levantamento preliminar da flora arbórea do Parque Municipal do Chimarrão: Taxonomia e Educação Ambiental”.
7° Encontro de Biólogos da Região Sul (2005)
Órgão Promotor: CRBio – Santa Cruz do sul/RS
Seminário de Capacitação com vistas ao Licenciamento ambiental das atividades de Impacto Local – Módulo II (2005)
Órgão Promotor: Fepam/Sema – Local: Lajeado/RS
I Seminário Ambiental (2006)
Órgão Promotor: Dema – Local: Lajeado/RS
Participação: Apresentador do painel “Relato de Experiências: Secretaria de Meio Ambiente de Venâncio Aires/RS”.
Currículo de Atividades
Atividades desenvolvidas no Departamento de Meio Ambiente de Venâncio Aires em 1999/2000:
- Criação e implementação do Fundo Municipal de Meio Ambiente e Departamento de Meio Ambiente;
- Convênio com a Secretaria de Educação no Projeto Clubes de Educação Ambiental;
- Orientação técnica na área de Licenciamento Ambiental;
- Orientação técnica na condução e manutenção da arborização urbana;
- Implementação do Programa de Coleta Seletiva de Lixo;
- Serviço geral de auxiliar administrativo, organização do banco de dados e palestras sobre meio ambiente e resíduos sólidos em escolas, comunidades e entidades privadas.
Atividades desenvolvidas no Departamento de Meio Ambiente de Ilópolis em 2001:
- Criação e implementação do Fundo Municipal de Meio Ambiente, Conselho Municipal de Meio Ambiente e Departamento de Meio Ambiente;
- Implantação do Programa de Coleta Seletiva de Lixo;
- Conteúdos Programáticos da disciplina de Educação Ambiental para o Ministério da Educação;
- Estudo e mapeamento das potencialidades eco-turísticas do município;
- Elaboração do Plano Ambiental Municipal para o liberação do Licenciamento Ambiental à nível municipal.
Atividades desenvolvidas na Secretaria de Meio Ambiente de Venâncio Aires em 2004:
- Auxílio na implementação da Secretaria Municipal de Meio Ambiente - SEMMA;
- Enquadramento de atividades/empreendimentos, conforme Resolução Consema n.º 05/98 e Lei Municipal 2655/00, passíveis de Licenciamento Ambiental;
- Elaboração e digitação de Licenças Ambientais (Licença Prévia, Licença Instalação, Licença de Operação, Licença de Operação para Regularização, Declarações e Autorizações);
- Elaboração e digitação de Alvarás de Licenciamento de Vegetação;
- Elaboração e digitação de Autorizações para Transporte de Produto Florestal;
- Elaboração e digitação de Memorandos, Ofícios, Pareceres Administrativos e Despachos de Processos Administrativos;
- Elaboração e digitação de Relatórios de Atividades e de Efetividade;
- Elaboração de Projetos e Programas;
- Orientação técnica para encaminhamento de Processos de Licenciamentos Ambientais e Projetos de Corte de Vegetação;
- Palestras e atividades de cunho ecológico com escolas;
- Pesquisa de Normas Técnicas e Legislações Ambientais;
- Orientação sobre Gerenciamento de Resíduos Sólidos Industriais;
- Controle de Licenciamentos Ambientais emitidos pelo Município;
- Controle de Licenciamentos Ambientais emitidos pela FEPAM;
- Controle de Alvarás de Licenciamento de Vegetação;
- Assessoria à Secretaria de Turismo com relação ao Ecoturismo.
- Elaboração das descrições do meio físico e biótico e ações à desenvolver pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente como complementação do Plano Ambiental de Venâncio Aires
Atividades desenvolvidas na Secretaria de Meio Ambiente de Venâncio Aires em 2005/2006:
- Enquadramento de atividades/empreendimentos, conforme Resolução Consema n.º 102/98 e Lei Municipal 2655/00, passíveis de Licenciamento Ambiental;
- Elaboração e digitação de Licenças Ambientais (Licença Prévia, Licença Instalação, Licença de Operação, Licença de Operação para Regularização, Declarações e Autorizações);
- Elaboração e digitação de Memorandos, Ofícios, Pareceres Administrativos e Despachos de Processos Administrativos;
- Elaboração e digitação de Relatórios de Atividades e de Efetividade;
- Elaboração de Projetos e Programas;
- Orientação técnica para encaminhamento de Processos de Licenciamentos Ambientais e Projetos de Corte de Vegetação;
- Palestras e atividades de cunho ecológico com escolas;
- Pesquisa de Normas Técnicas e Legislações Ambientais;
- Orientação sobre Gerenciamento de Resíduos Sólidos Industriais;
- Controle de Licenciamentos Ambientais emitidos pelo Município;
- Controle de Licenciamentos Ambientais emitidos pela FEPAM;
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- Criação e implementação do Fundo Municipal de Meio Ambiente e Departamento de Meio Ambiente;
- Convênio com a Secretaria de Educação no Projeto Clubes de Educação Ambiental;
- Orientação técnica na área de Licenciamento Ambiental;
- Orientação técnica na condução e manutenção da arborização urbana;
- Implementação do Programa de Coleta Seletiva de Lixo;
- Serviço geral de auxiliar administrativo, organização do banco de dados e palestras sobre meio ambiente e resíduos sólidos em escolas, comunidades e entidades privadas.
Atividades desenvolvidas no Departamento de Meio Ambiente de Ilópolis em 2001:
- Criação e implementação do Fundo Municipal de Meio Ambiente, Conselho Municipal de Meio Ambiente e Departamento de Meio Ambiente;
- Implantação do Programa de Coleta Seletiva de Lixo;
- Conteúdos Programáticos da disciplina de Educação Ambiental para o Ministério da Educação;
- Estudo e mapeamento das potencialidades eco-turísticas do município;
- Elaboração do Plano Ambiental Municipal para o liberação do Licenciamento Ambiental à nível municipal.
Atividades desenvolvidas na Secretaria de Meio Ambiente de Venâncio Aires em 2004:
- Auxílio na implementação da Secretaria Municipal de Meio Ambiente - SEMMA;
- Enquadramento de atividades/empreendimentos, conforme Resolução Consema n.º 05/98 e Lei Municipal 2655/00, passíveis de Licenciamento Ambiental;
- Elaboração e digitação de Licenças Ambientais (Licença Prévia, Licença Instalação, Licença de Operação, Licença de Operação para Regularização, Declarações e Autorizações);
- Elaboração e digitação de Alvarás de Licenciamento de Vegetação;
- Elaboração e digitação de Autorizações para Transporte de Produto Florestal;
- Elaboração e digitação de Memorandos, Ofícios, Pareceres Administrativos e Despachos de Processos Administrativos;
- Elaboração e digitação de Relatórios de Atividades e de Efetividade;
- Elaboração de Projetos e Programas;
- Orientação técnica para encaminhamento de Processos de Licenciamentos Ambientais e Projetos de Corte de Vegetação;
- Palestras e atividades de cunho ecológico com escolas;
- Pesquisa de Normas Técnicas e Legislações Ambientais;
- Orientação sobre Gerenciamento de Resíduos Sólidos Industriais;
- Controle de Licenciamentos Ambientais emitidos pelo Município;
- Controle de Licenciamentos Ambientais emitidos pela FEPAM;
- Controle de Alvarás de Licenciamento de Vegetação;
- Assessoria à Secretaria de Turismo com relação ao Ecoturismo.
- Elaboração das descrições do meio físico e biótico e ações à desenvolver pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente como complementação do Plano Ambiental de Venâncio Aires
Atividades desenvolvidas na Secretaria de Meio Ambiente de Venâncio Aires em 2005/2006:
- Enquadramento de atividades/empreendimentos, conforme Resolução Consema n.º 102/98 e Lei Municipal 2655/00, passíveis de Licenciamento Ambiental;
- Elaboração e digitação de Licenças Ambientais (Licença Prévia, Licença Instalação, Licença de Operação, Licença de Operação para Regularização, Declarações e Autorizações);
- Elaboração e digitação de Memorandos, Ofícios, Pareceres Administrativos e Despachos de Processos Administrativos;
- Elaboração e digitação de Relatórios de Atividades e de Efetividade;
- Elaboração de Projetos e Programas;
- Orientação técnica para encaminhamento de Processos de Licenciamentos Ambientais e Projetos de Corte de Vegetação;
- Palestras e atividades de cunho ecológico com escolas;
- Pesquisa de Normas Técnicas e Legislações Ambientais;
- Orientação sobre Gerenciamento de Resíduos Sólidos Industriais;
- Controle de Licenciamentos Ambientais emitidos pelo Município;
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